A sensação que passa é a de que a Petrobrás respondeu com um novo reajuste do diesel após o presidente Bolsonaro declarar que o lucro da estatal é um “estupro” e que mais um aumento “quebraria o país”. O certo de tudo isso é que desde que começou a guerra nas bombas, os preços não pararam de subir.
Usina Termelétrica Euzébio Rocha na cidade de Cubatão (SP) – Foto: Divulgação/Petrobras/NDTubarão, no Sul de Santa Catarina, tem a gasolina mais cara do Brasil. E esse reajuste que veio após dois meses atingirá o valor dos alimentos e provocará uma forte reação das empresas de transporte coletivo junto as prefeituras para aumentar o preço das passagens, que em ano eleitoral não é nada digerível.
Com certeza ataques contra a Petrobras e os governadores não estão sendo o caminho mais adequado para enfrentar as crises importadas que afetam diretamente nos combustíveis. Está na hora, quem sabe, de um pacto para unir esforços em defesa do Brasil na busca de soluções, e não de divisões.