Uma comitiva da Fiesc (Federação das Indústrias) visitou nesta quarta-feira (4) o MIT ( Massachusetts Institute of Technology), localizado em Boston, nos Estados Unidos.
Comitiva da Fiesc se reuniu com o cônsul-geral do Brasil em Boston, o diplomata Santiago Irazabal Mourão – Foto: Fiesc/ Divulgação/ NDO presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, e diretores da entidade também se reuniram com o cônsul-geral do Brasil em Boston, o diplomata Santiago Irazabal Mourão.
Na ocasião, o presidente informou que a federação tem interesse em firmar parceria com o instituto.
“Temos grande interesse em firmar convênios com o MIT porque temos a Academia FIESC de Negócios e discutimos parcerias que poderão dar resultados muito positivos”, afirmou Aguiar.
O cônsul afirmou que Santa Catarina é um polo importante de crescimento, principalmente na área de inovação.
“Todos sabemos que Boston e região são o centro da criatividade e da inovação. E os contatos são fundamentais porque as empresas brasileiras vêm aqui e identificam oportunidades”, declarou.
Potencial de SC é evidente, fala presidente da federação
Aguiar afirmou que Santa Catarina tem indústrias que são referência tanto no mercado nacional quanto internacional. Entre elas, citou a Portobello, que vai inaugurar uma fábrica em 14 de outubro, no estado do Tennessee, além de Weg e Tupy.
“O Brasil tem muito potencial e esse potencial é muito evidente em Santa Catarina”, completa.
Ainda na área educacional, Aguiar salienta a importância dos encontros no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e no Banco Mundial, realizados em Washington.
Segundo o presidente, há interesse em firmar investimentos públicos e privados em Santa Catarina.
“Inclusive há possibilidade de o SENAI fazer convênio com o Banco Mundial para incrementarmos as instalações em Santa Catarina”, acrescentou.
Comitiva da Fiesc busca compradores de produtos catarinenses
O presidente da FIESC destaca, ainda, que um dos objetivos da missão é identificar potenciais compradores para os produtos catarinenses.
“Os Estados Unidos são o principal destino das exportações do estado, mas podemos incrementá-las, principalmente, nesse momento em que os países estão buscando fornecedores mais próximos dos centros de consumo. Pela qualidade e competitividade da nossa indústria, podemos ampliar o comércio com o mercado americano”, ressaltou.
Nesta quinta (5) e sexta-feira (6), o grupo cumpre agenda em Nova York, com visita à Google e às universidade de Columbia e Cornell para conhecer as iniciativas da Cornell Tech, campus de pós-graduação e centro de pesquisa, da Emerging Markets Institute e o programa executivo MBA Americas.