Em Florianópolis, oito postos de combustível venderão gasolina a preço de custo neste sábado (9), durante 24 horas. A medida compensatória foi definida pelo Procon da Capital.
Medida foi imposta a 12 postos, mas apenas oito aceitaram cumprir – Foto: Divulgação/NDOs estabelecimentos serão obrigados a comercializar, cada um, 20 mil litros de gasolinas comum e aditivada. Os consumidores devem efetuar os pagamentos com cartão de débito ou dinheiro.
Dos 12 postos da Capital notificados pelo Procon por práticas de irregularidades, oito aceitaram cumprir a medida e quatro a rejeitaram. Isso, após intensa fiscalização e perícia por parte do órgão de defesa do consumidor, e reuniões com os infratores.
SeguirSerão dois estabelecimentos no Sul da Ilha, dois no Norte, três na região Central e um no Leste. O consumidor saberá da promoção pelo valor da bomba.
Veja quais são os postos:
Sul
- Posto Novo Campeche: Rodovia Doutor Antônio Kuiz Moura Gonzaga, Rio Tavares
- Posto Galo – Ávila: Rodovia Francisco Magno Vieira, Costeira
Norte
- Posto Rio Vermelho: João Gualberto Soares, Rio Vermelho
- Posto Bom Jesus: Rodovia SC-403, Vargem do Bom Jesus
Central
- Posto 5 Estrelas: Rua Deputado Antônio Edu Vieira, Pantanal
- Posto Angeloni: Rua Lauro Linhares, Trindade
- Real Auto Posto: Avenida Madre Benvenuta, Santa Mônica
Leste
- Posto Galo: Rua Henrique Veras do Nascimento, Lagoa da Conceição
Comprovação
Para comprovar ao Procon Municipal o cumprimento da medida compensatória, os postos terão que, além de efetuar as vendas de gasolina por 24 horas ou no período normal de funcionamento do estabelecimento com valor de custo da compra do dia, apresentar a nota fiscal de aquisição dos produtos.
Entenda o caso
A medida realizada pelo Procon de Santa Catarina ocorre devido ao aumento injustificado durante a greve dos caminhoneiros, no início de setembro.
Na ocasião, o órgão advertiu o Sindópolis (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis) para que orientasse os associados para que não elevasse os preços dos combustíveis.
“Não podemos ser coniventes com esta conduta infame, temos que proteger os consumidores catarinenses, que são a parte mais vulnerável da relação de consumo”, esclareceu o diretor do Procon estadual Tiago Silva.