O dólar caiu para próximo de R$ 5,30, mas teve a maior alta semanal desde maio de 2020. A bolsa de valores subiu mais de 2%, mas recuou cerca de 5% na semana. As declarações são de membros da equipe de transição, pelo adiamento da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição e pelo cenário internacional.
O dólar teve a maior alta semanal desde maio de 2020 – Foto: Arquivo/Marcello Casal Jr./Agência Brasil/NDO dólar comercial encerrou a sexta-feira (11) vendido a R$ 5,334, com queda de R$ 0,063 (1,17%). A cotação operou em baixa durante toda a sessão, chegando a R$ 5,24 na mínima do dia, por volta das 12h30.
Apesar da queda, a moeda norte-americana subiu 5,49% na semana. Esse foi o maior ganho semanal desde a segunda semana de maio de 2020, no início da pandemia da Covid-19. A divisa acumula queda de 4,34% em 2022.
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No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 112.253 pontos, com alta de 2,26%. Apesar da alta de hoje, o indicador recuou 4,99% na semana.
O adiamento da apresentação da PEC da Transição para a próxima semana ajudou a acalmar os investidores. Além disso, novas declarações de membros da equipe de transição do governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, ajudaram a amenizar as preocupações dos investidores.
O coordenador de Orçamento da equipe de transição, ex-governador do Piauí e senador eleito Wellington Dias (PT), disse que as negociações considerarão a responsabilidade fiscal. Ele foi corroborado pelo relator-geral do projeto do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI). A bolsa também subiu porque investidores aproveitaram a queda no preço de determinados papéis para comprarem ações.
* Com informações da Reuters