Duas cidades da Grande Florianópolis dividem o “título” do maior preço médio da gasolina comum em Santa Catarina, conforme a pesquisa semanal da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) realizada entre 9 de outubro e o último sábado (15).
Gasolina fica mais cara em Florianópolis – Foto: Danilo Duarte/Arquivo/NDO levantamento levou em consideração o preço médio do combustível comercializado em cinco cidades. Entre elas, Biguaçu e São José registraram o litro por R$ 4,95. Além das duas, Balneário Camboriú também divide o preço mais caro.
Veja o preço nas cidades pesquisadas:
SeguirFlorianópolis apresentou o valor médio de R$ 4,84. Na pesquisa realizada na primeira semana de outubro, a Capital apresentou preço médio de R$ 4,78. Ou seja, a gasolina comum ficou R$ 0,06 mais cara.
Balneário Camboriú também chamou atenção no quesito. Na ocasião, a cidade do Litoral Norte de Santa Catarina lidera o ranking da gasolina comum mais cara do Brasil.
O litro da gasolina chegou a custar R$ 7,35 em um posto de combustíveis da cidade, apenas a versão comum era R$ 0,10 mais barata que a aditivada. A cidade destoa do preço médio da gasolina no Estado, que é de R$ 4,85 por litro entre os dias 9 e 15 de outubro.
Gasolina sobe no Brasil
O preço médio da gasolina em Florianópolis segue o “movimento” registrado em todo o Brasil. Após 15 semanas de quedas sucessivas, o combustível voltou a subir nesta semana.
Ainda de acordo o levantamento semanal da ANP, o preço da gasolina comum foi registrada em R$ 4,85, conforme pesquisado em 1953 pontos de revenda.
O aumento ocorre após nova alta da gasolina na Refinaria de Maritape, a maior do país sob controle do setor privado. A Acelen, empresa responsável pela sua operação, anunciou no sábado (15) um reajuste de 2%. Ela já havia corrigido os valores 7 dias antes em 9,7%.
Os anúncios da Acelen seguem a tendência das variações no mercado internacional. A cotação do barril de petróleo tipo brent, que registrou uma forte queda em setembro, chegando a custar US$ 82, voltou a subir acima dos US$ 90 neste mês.
A alta foi influenciada pela decisão da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) de efetuar um profundo corte na produção.