A Mohawk Industries anunciou, em nota, nesta quinta-feira (3) a compra da Elizabeth Revestimentos, com sede em Criciúma, no Sul catarinense. O acordo entre as empresas foi celebrado nesta manhã. A transação está prevista para ser concluída no primeiro trimestre de 2023 e está sujeita às aprovações governamentais habituais e às condições de fechamento.
Empresa americana compra gigante dos revestimentos em SC e será a maior do setor no Brasil – Foto: João Pedro Alves e Nine Roberge/DivulgaçãoEm 2018, a empresa norte-americana já havia comprado a Eliane Revestimentos, em Cocal do Sul. Com a nova aquisição, a Mohawk deve se tornar a maior produtora de revestimentos cerâmicos em receita no Brasil, que é o segundo maior mercado cerâmico do mundo.
“A Elizabeth foi fundada em 1984 e conta com quatro unidades fabris estrategicamente localizadas para otimizar a distribuição. Juntamente com os pontos fortes de produção da Eliane, os ativos de fabricação avançados da Elizabeth aprimorarão a oferta de produtos, eficiências operacionais e capacidades de serviço do negócio combinado”, diz um trecho da nota.
SeguirAtualmente, a Mohawk é a fabricante líder global de pisos e detém marcas como American Olean, Daltile, Durkan, Eliane, Feltex, Godfrey Hirst, IVC, Karastan, Marazzi, Mohawk, Mohawk Group, Pergo, Quick-Step e Unilin.
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A Mohawk Industries, Inc. (NYSE: MHK) anunciou hoje que celebrou um acordo para comprar a Elizabeth Revestimentos, sediada no Brasil. Quando combinada com a Eliane, que passou a fazer parte da Mohawk em 2018, a empresa será a maior produtora de revestimentos cerâmicos em receita no Brasil, que é o segundo maior mercado cerâmico do mundo. A Elizabeth produz porcelanatos e revestimentos cerâmicos e comercializa principalmente nos canais Varejo, Home Centers e Construtoras. A Elizabeth foi fundada em 1984 e conta com quatro unidades fabris estrategicamente localizadas para otimizar a distribuição. Juntamente com os pontos fortes de produção da Eliane, os ativos de fabricação avançados da Elizabeth aprimorarão a oferta de produtos, eficiências operacionais e capacidades de serviço do negócio combinado. A transação está prevista para ser concluída no primeiro trimestre de 2023 e está sujeita às aprovações governamentais habituais e às condições de fechamento.