Empresa que ganhou o processo licitatório para revitalizar e ampliar o mais antigo e tradicional aeroporto do Sul de SC acaba de informar que não tem caixa para bancar a obra assumida. A informação surpreendeu Governo do Estado, Governo Municipal de Forquilhinha e principalmente um grupo de empresários usuários do aeroporto e que bancaram o custo do projeto das obras.
O aeroporto Diomício Freitas de Criciúma/Forquilhinha está fora de operações. – Foto: ArquivoAssim a conclusão das obras que estavam previstas para agosto, mas que foram adiadas primeiro para novembro último e que chegaram a ganhar nova data de fevereiro do ano que vem não serão realizadas.
Todos os pagamentos da etapas até aqui realizadas estão pagas pelo Governo do Estado, mas a empresa alega falta de capital de giro para continuar a obra. Assim uma das melhores alternativas é recorrer de novo aos empresários para que emprestem o dinheiro à empresa que receberá os pagamentos seguintes a medida que as etapas forem executadas.
SeguirO prefeito de Forquilhinha, José Claudio Gonçalves anunciou que uma reunião nesta quarta-feira, às 14h, no aeroporto, vai discutir alternativas. Ele critica o fato da empresa ter entrado no processo licitatório, feito o que ele chama de “filé mignon” da obra e que agora anuncia-se incapaz de prosseguir.
O aeroporto Diomício Freitas vinha operando apenas com voos privados, sem linhas regulares. Como ele atende os interesses dos donos de aeronaves que as guardam em hangares no próprio aeroporto estes se tornam diretamente interessados. Serão de novo chamados a bancar a conta.