Estaleiro de barcos de luxo investe R$ 10 milhões em SC e mira em crescimento do setor

Grupo adquiriu instalação industrial na cidade de Porto Belo, projetada para fabricar peças em fibra de vidro do estaleiro

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Redação ND Itajaí

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A indústria náutica, que movimenta a economia do Litoral Norte catarinense, segue aquecida. O Grupo OKEAN, que detém a licença de fabricação dos barcos de luxo da Ferretti Yachts no Brasil, anunciou o investimento de R$ 10 milhões nos próximos seis meses.

A empresa adquiriu uma instalação industrial em Porto Belo, projetada para fabricar peças em fibra de vidro.

Estaleiro projeta um crescimento de 30% em 2024 com a fabricação de peças e estruturas em fibra de vidro – Foto: Grupo OKEAN/Reprodução/NDEstaleiro projeta um crescimento de 30% em 2024 com a fabricação de peças e estruturas em fibra de vidro – Foto: Grupo OKEAN/Reprodução/ND

Com isso, o Grupo OKEAN passará a produzir peças e estruturas em fibra de vidro de parte da sua linha de embarcações. A novidade deve ampliar o número de empregos diretos gerados pelo grupo, que passarão de 450 para 800 até 2025.

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Além disso, o estaleiro aumentará em 30% a produção de barcos no próximo ano, além de reduzir o tempo de fabricação e entrega.

Segundo a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar), o setor náutico produziu mais de 4,1 mil embarcações, recolheu mais de R$ 900 milhões em impostos e gerou 100 mil empregos em 2022.

Estaleiro produz barcos de luxo

Os recentes investimentos do estaleiro se somam ao aumento do portfólio de embarcações da empresa, especialmente a linha de megaiates de luxo como é o caso da Ferretti Yachts 1000, o maior iate produzido em série e em fibra de vidro no Brasil.

Outra inovação do Grupo foi a criação da sua própria marina de serviços, a Marina YACHTMAX, e da expansão do parque fabril da empresa de 6 mil m² para 11 mil m².

“Todos os investimentos recentes do Grupo OKEAN refletem no desenvolvimento da empresa e no crescimento do setor no Brasil e geração de empregos. Também potencializam a náutica brasileira como vitrine industrial para o mundo”, afirma o CEO do Grupo OKEAN, Roberto Paião.

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