Ao assinarem a “Carta da Indústria”, com propostas, ideias e reivindicações sobre o futuro dos setor industrial catarinense, sete dos dez candidatos ao governo presentes prometeram parcerias construtivas com a Federação das Indústrias e o parque fabril do Estado.
Urna eletrônica – Foto: Antonio Augusto/Divulgação/NDOdair Tramontin (Novo), Esperidião Amin (Progressistas), Jorge Boeira (PDT), Gean Loureiro (União Brasil) e Jorginho Melo (PL), destacaram a importância vital da indústria e do sistema Fiesc para o desenvolvimento de Santa Catarina. Cada um com enfoque pessoal e diferenciado, identificando os principais obstáculos a novas conquistas do setor produtivo, com a conhecida unanimidade sobre a falta de infraestrutura.
Carlos Moisés (Republicanos) aproveitou para fazer uma prestação de contas das realizações de sua gestão. Deu ênfase às medidas durante a pandemia, ressaltando que em Santa Catarina as indústrias continuaram funcionando normalmente, graças à grupos de estudos e parcerias com o setor produtivo.
SeguirO único que mesclou a questão estadual com a nacional foi Décio Lima (PT), que ocupou a maior parte dos dez minutos, concedidos a cada concorrente, para criticar a falta de obras federais e os minguados recursos federais que retornam a Santa Catarina.
Todos os sete candidatos prometeram atenção especial a Fiesc, apoio as principais aspirações dos empresários, presença nos eventos da Federação para acompanhar o diagnóstico do setor e atendimento das principais reivindicações.
Houve consenso sobre urgência na melhoria da infraestrutura, em especial, das estradas, de medidas de desburocratização do governo e compromissos de gestões sem aumento de impostos.
Um diálogo de alto nível e garantia de convergência nos próximos quatro anos.