Florianópolis tem a cesta básica mais cara do país; veja valor

DIEESE divulga pesquisa atualizada de setembro em 17 capitais e Florianópolis figura com a cesta básica mais cara; 14 capitais tiveram redução no valor

Daniela Ceccon Florianópolis

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O preço da cesta básica em Florianópolis subiu 0,5% em setembro e é a mais cara do país entre as capitais. O relatório foi divulgado pela DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) nesta quinta-feira (5).

O valor do conjunto básico dos alimentos chegou a R$ 747,64 no último mês na capital. A capital é seguida por Porto Alegre (R$ 741,71) e São Paulo(R$ 734,77).

Cesta básica de Florianópolis é considerada a mais cara do Brasil - Foto: Pexels/Reprodução/NDCesta básica de Florianópolis é considerada a mais cara do Brasil – Foto: Pexels/Reprodução/ND

Ainda em Florianópolis, o aumento da cesta básica entre agosto e setembro foi de R$ 3,7, puxados principalmente pela alta no preço do feijão preto (2,18%).

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Mesmo ocupando a primeira posição em setembro, na somatória anual da pesquisa, a cidade apresenta queda de -2,8% no preço dos alimentos desde o início do ano.

Cesta básica x salário mínimo

De acordo com o relatório, em setembro, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas em Florianópolis deveria ter sido de R$ 6.280,93 ou 4,76 vezes o mínimo de R$ 1.320,00.

A estimativa leva em conta a Constituição Federal, que determina que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Redução em 14 capitais

Pesquisa é realizada em 17 capitais do país; 14 apresentaram redução no preço – Foto: DIEESE/Reprodução/NDPesquisa é realizada em 17 capitais do país; 14 apresentaram redução no preço – Foto: DIEESE/Reprodução/ND

Apesar da alta em Florianópolis, 14 capitais registraram redução no preço dos alimentos básicos. As quedas mais importantes ocorreram em Brasília (-4,03%), Porto Alegre(-2,48%) e Campo Grande (-2,32%).

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