FOTOS: Governo de SC fala em R$ 150 milhões contra seca em 2022, mas não anuncia dinheiro novo
Carlos Moisés acompanhou ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e visitou propriedades rurais beneficiadas com ações para perfuração de poços e cisternas de armazenamento
Assim como a ministra da Agricultura Tereza Cristina – durante a visita ao Oeste, na quarta-feira (12) – o governador Carlos Moisés não fez nenhum novo anúncio de recursos aos produtores rurais massacrados pela estiagem.
Mas, apresentou uma série de medidas que estão em andamento. Citou o investimento de R$ 350 milhões ao longo do mandato.
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Carlos Moisés no Oeste - Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND
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Carlos Moisés no Oeste - Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND
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Situação da estiagem no Oeste de Santa Catarina - Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND
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Situação da estiagem no Oeste de Santa Catarina - Julio Cavalheiro/Secom/Divulgação/ND
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Situação da estiagem no Oeste de Santa Catarina - Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND
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Situação da estiagem no Oeste de Santa Catarina - Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND
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Situação da estiagem no Oeste de Santa Catarina - Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND
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Situação da estiagem no Oeste de Santa Catarina - Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND
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Situação da estiagem no Oeste de Santa Catarina - Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND
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Situação da estiagem no Oeste de Santa Catarina - Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND
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Situação da estiagem no Oeste de Santa Catarina - Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND
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Situação da estiagem no Oeste de Santa Catarina - Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND
Um dos mais importantes é o SC Mais Solo e Água, que destinará R$ 150 milhões ao longo de 2022 para subsidiar a instalação de cisternas, a perfuração de poços artesianos e a preservação de nascentes.
Os recursos são emprestados a juro zero e com descontos entre 50% e 75% em caso de pagamento em dia.
Santa Catarina sofre com a estiagem na região Oeste há pelo menos três anos. Há relatos de produtores que já teriam desistido das lavouras e criações se não fossem ações como poços e cisternas.
O agronegócio responde por mais de 70% das exportações catarinenses.
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