Gasolina aumenta 2,41% no mês de outubro em Florianópolis; veja os preços

Procon está monitorando a mudança no preço dos combustíveis e tomando as medidas cabíveis para garantir que o consumidor não seja lesado

Daiane Nora Florianópolis

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Este mês de outubro iniciou com um aumento expressivo no preço da gasolina. A fim de avaliar esta variação, o Procon de Florianópolis realizou nesta quarta e quinta-feira (5) um monitoramento dos valores dos combustíveis nos 87 postos da Capital.

De acordo com o diretor do Procon de Florianópolis, Alexandre Frias Luz, o órgão está acompanhando a mudança no preço dos combustíveis, a fim de tomar as medidas cabíveis para garantir que o consumidor não seja lesado: “Reconhecemos a importância dessa análise regular para assegurar que o consumidor esteja ciente das oscilações dos combustíveis”.

Procon monitora a mudança no preço de combustíveis – Foto: NDProcon monitora a mudança no preço de combustíveis – Foto: ND

Gasolina aumentou  2,41%

O monitoramento do órgão encontrou a Gasolina Comum com o valor médio de R$ 6,07 e a Gasolina Aditivada por de R$ 6,21. E em relação ao Diesel, o valor médio observado foi de R$ 6,35. Além desses, os fiscais também monitoram os valores de venda do Etanol, que foi encontrado com uma média de R$ 4,55 e o GNV (gás natural veicular) por R$ 5,03.

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O Procon pôde constatar que, em relação a setembro, o valor médio da Gasolina Comum aumentou 2,41%, o que corresponde a 15 centavos. Também foi observado que a gasolina aditivada subiu  2,71%, o Diesel subiu 2,75% e o Etanol 0,89%. Somente o preço médio do GNV teve uma redução, cerca de -0,4%.

Aumento busca compensar margem de lucro

O aumento chamou a atenção dos consumidores, já que nem a Petrobras, nem o governo federal tinham dado indícios de uma alta nos preços. De acordo com o Sindópolis (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais da Capital), o aumento foi promovido pelos próprios estabelecimentos para compensar a margem de lucro, que estaria baixa.

“Antes, esse percentual era de 10% bruto e isso promove um lucro abaixo do esperado. Desde segunda-feira, os postos acabaram decidindo por empregar uma nova taxa de lucro bruto de 17% a 18%, o que refletiu de imediato nas bombas”, destaca o sindicato.

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