Governo pretende distribuir as duas novas parcelas do auxílio emergencial em quatro etapas

Ministro disse que equipe econômica trabalha nas "medidas de saída da crise" e quer estimular empregos e investimentos nos próximos meses

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Estadão Conteúdo Brasília

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O governo pretende distribuir as duas novas parcelas do auxílio emergencial em quatro etapas a fim de garantir aos trabalhadores informais renda durante um cenário de “crise mais extensa” devido à pandemia de coronavírus segundo afirmação do ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta terça-feira (30).

Auxílio emergencial – Foto: Leonardo Sá/Agência Senado/NDAuxílio emergencial – Foto: Leonardo Sá/Agência Senado/ND

De acordo com Guedes, a divisão das parcelas será uma “aterrissagem inteligente”. De acordo com ele, a ideia é que no início de julho sejam pagos R$ 500; outros R$ 100 no final do mês; em agosto, serão depositados mais R$ 300 no início do mês e outros R$ 300 no final.

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O ministro falou, ainda, que o governo está “fazendo o possível” para lidar com a crise econômica e social gerada pela covid-19, mas admitiu que “evidentemente que saímos do trilho”. “O ano de 2020 foi de despesa extraordinária, mas não há problema, os mercados compreendem”, justificou.

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Guedes também anunciou que a equipe econômica está desenhando “medidas de saída da crise” e que nos próximos três meses vai trabalhar para estimular investimentos e empregos. “Nos próximos dois a três meses lançaremos medidas de apoio ao emprego”, afirmou.

No discurso, Guedes rebateu críticas de que o governo foi omisso no combate à covid-19. “As linhas de ataque ao coronavírus que adotamos envolveram várias iniciativas, a primeira e mais importante foi o auxílio emergencial que estamos prorrogando nesse momento”, disse.

No evento, o presidente Jair Bolsonaro chegou acompanhado dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

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