Guedes tenta acordo com o Congresso para auxílio emergencial

Ministro almoça com os presidentes da Câmara e do Senado na tentativa de convencê-los a aprovar contrapartidas para retomada do benefício

Talita Laurino, do Metrópoles Brasília

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Acontece nesta quinta-feira (18), uma nova rodada de conversa entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e o presidente da Câmara, Arthur Lira, para retomada do auxílio emergencial. O encontro teve início às 13h.

guedesMinistro Paulo Guedes defende a aprovação pelo Congresso da chamada PEC de Orçamento de Guerra – Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O benefício oferecido para pessoas de baixa renda afetadas economicamente pela pandemia da Covid-19 foi descontinuado no último mês de dezembro e chegou a custar R$ 300 bilhões para os cofres públicos no ano passado.

A equipe econômica só aceita retomar o auxílio se existir uma compensação para cobrir os custos. O ministro defende a aprovação pelo Congresso da chamada PEC (Proposta de Emenda Constitucional) de Orçamento de Guerra.

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Com isso, o governo pode congelar salários de servidores públicos por até três anos e direcionar recursos para atenuar as consequências da pandemia.

Deputados e senadores, contudo, resistem a essa medida. Até o ano passado, o benefício foi de um valor médio de R$ 600. Um dos poucos consensos de uma nova rodada é que o valor deve cair para cerca de R$ 250, em quatro parcelas.

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