O tom de indignação marcou a fala do presidente da Fiesc (Federação das Indústrias), Mario Cezar de Aguiar, ao comentar o motivo pelo qual a entidade assinou a ação direta de inconstitucionalidade apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra o aumento do Fundo Eleitoral para R$ 4,9 bilhões.
Mario Cezar de Aguiar, presidente da Fiesc – Foto: Filipe Scotti/Divulgação/ND“É inaceitável que o país tenha um fundo eleitoral bilionário, para financiar campanhas eleitorais, quando faltam recursos para investir em áreas essenciais. Nessa semana mesmo recebemos com preocupação o anúncio do corte de R$ 43 milhões do já exíguo orçamento para obras nas rodovias federais catarinenses.” Mario Cezar de Aguiar, presidente da Fiesc
A Fiesc participa na condição de amicus cureae na ação, que foi impetrada pelo partido Novo.