Interesse do Carvão Mineral muda os interlocutores no Governo Federal

Mudança de governo federal significa necessidade de alteração na escalação de quem trata de assuntos como do projeto da Transição Energética Justa.

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Desde antes mesmo da eleição o setor carbonífero do Sul de SC constrói relação com o governo federal para manter o atual Plano de Transição Energética Justa. Isso porque no atual governo o tema avançou bastante. O que muda são os interlocutores. Se até agora a região tem deputados fortemente ligados e alinhados ao governo federal, a partir de janeiro os novos eleitos serão de oposição.

O carvão mineral gera mais de 20 mil empregos diretos e indiretos no Sul de SC. – Foto: DivulgaçãoO carvão mineral gera mais de 20 mil empregos diretos e indiretos no Sul de SC. – Foto: Divulgação

Por isso o candidato a deputado estadual Fáio Brezola (PSB) assumiu a interlocução. Ele é a principal liderança do PSB, partido do futuro vice-presidente da república Geraldo Alckmin. Nesta condição ele proporcionou, antes mesmo da eleição, a apresentação da pauta do Sul à chapa Lula/Alckmin.

Fábio Brezola (esquerda) busca articulação do setor carbonífero com o futuro governo federal. – Foto: DivulgaçãoFábio Brezola (esquerda) busca articulação do setor carbonífero com o futuro governo federal. – Foto: Divulgação

Assim, na semana passada Brezola encontrou-se com o ex-Secretário de Justiça de São Paulo, Anderson Pomini, que faz parte do grupo político do vice-presidente Geraldo Alckmin e é sócio de Márcio França no seu escritório de advocacia. Apresentou a ele os principais pontos da defesa do carvão mineral.

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Como Brezola o senador Dário Berger (PSB) deve assumir o papel de interlocução em defesa do setor.