É mais um mês em que Joinville registra números positivos para a empregabilidade. A reação vai contra o que muitos outros estados e até países enfrentam, principalmente, por conta da pandemia.
O nível de emprego na cidade começou o segundo semestre da mesma forma como terminou a primeira metade de 2021: em alta. No acumulado do ano, Joinville chega a 12.287 postos de trabalho.
Joinville é destaque nacional quando o assunto é emprego em 2021 – Foto: Maurício Vieira/Secom/ Divulgação/ NDJoinville registrou em julho um saldo positivo de 1.468 postos de trabalho. Esta é a diferença entre empregos criados e vagas fechadas, segundo estudo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o CAGED recém divulgado.
SeguirDe modo geral, o estoque de empregos em Joinville passa a ser de 227.676 vagas. Sendo assim, em 2021 não houve ainda um mês com saldo negativo. Já comparando com ano passado, só dezembro registrou saldo negativo.
O setor de prestação de serviços é o que acompanha com destaque essa maior retomada positiva. Os quatro principais setores da economia de Joinville registraram resultado positivo em julho: 492 vagas em serviços, 395 na indústria, 297 na construção civil e 282 no comércio.
O presidente da Associação Empresarial de Joinville, Marco Antonio Corsini, que recebeu os bons números detalhados sobre o município, lembrou que esse é o melhor resultado em Santa Catarina e o 16º em todo o Brasil.
Para os próximos meses de 2021, a expectativa é melhorar ainda mais. Com o avanço na vacinação e o programa “Joinville Emprega+” , lançado nessa semana pela ACIJ, FIESC e Prefeitura , pensar na retomada de vez da economia.
A meta do Joinville Emprega+ é beneficiar, até o final do ano, 1.500 moradores que estejam fora do mercado de trabalho e contar com a participação de, pelo menos, 20 empresas promotoras. Tudo será distribuído em diversos bairros, nas escolas municipais. Prefeito Adriano Silva disse que a prefeitura irá investir R$ 500 mil para execução do Joinville Emprega+.
As empresas e agências de emprego têm levado , em média, quatro semanas para fechar uma vaga pela falta de pessoal qualificado. Há um desalinhamento entre a oferta e a necessidade do mercado de trabalho, não apenas de cursos, mas de modalidades.