Justiça mantém administradores judiciais em processo de recuperação das Americanas; entenda

BNDES informou que cobrança de fianças bancárias que garantem a totalidade da dívida de responsabilidade da empresa

Foto de Agência Brasil

Agência Brasil Rio de Janeiro

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A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de efeito suspensivo do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) nesta segunda-feira (23) e manteve a decisão do juiz Paulo Assed Estefan, da 4ª Vara Empresarial da Capital de nomear a Preserva-Ação Administração Judicial e o Escritório de Advocacia Zveiter como administradores judiciais do processamento de recuperação judicial do Grupo Americanas.

A decisão é da desembargadora Leila Santos Lopes, da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Lojas Americanas – Foto: Reprodução/ YoutubeLojas Americanas – Foto: Reprodução/ Youtube

Ao negar o pedido, a desembargadora escreveu que a eficácia da decisão recorrida poderá ser suspensa por decisão do relator se, “diante da imediata produção de seus efeitos, houver risco de dano grave, de difícil ou impossível reparação, o que não se verifica na espécie”.

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BNDES

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) divulgou nota, nesta segunda (23), em que informa que procedeu à cobrança das fianças bancárias que garantem a totalidade da dívida de responsabilidade da Americanas S.A. junto ao banco.

O comunicado diz ainda que “após o pagamento das fianças, o BNDES não mais terá exposição em face da Americanas S.A. Destaca-se ainda que esse procedimento é dirigido aos fiadores bancários, não atingindo o caixa do Grupo Americanas”.

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