Mercado imobiliário está aquecido em SC, diz Marcelo Brognoli

Corretor de imóveis há 50 anos reforça que a compra de imóveis continua sendo um investimento e, em Santa Catarina, só valoriza

Nícolas Horácio Florianópolis

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Corretor de imóveis há 50 anos, Marcelo Brognoli é um profundo conhecedor do mercado imobiliário. Em Santa Catarina, tanto a venda quanto os aluguéis de imóveis estão aquecidos.

Marcelo Brognoli fala sobre mercado imobiliárioPara Brognoli, mercado imobiliário está aquecido e imóvel segue como ótima forma de investimento – Foto: ND

Mercado imobiliário

Segundo o índice FipeZap, de fevereiro deste ano, o Estado tem sete cidades entre as 30 com maior valorização do metro quadrado no país: Balneário Camboriú, Itapema, Itajaí, São José, Joinville e Blumenau e Florianópolis.

Brognoli começou a conhecer esse mercado aos 16 anos, com o pai. Iniciou a carreira como office boy na empresa familiar e passou por todas as áreas até que, em 1986, foi para Portugal atuar no mercado europeu.

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Desde 1989, quando retornou, é diretor-presidente da Brognoli Negócios Imobiliários, empresa que mantém crescimento contínuo e sustentável em quase 70 anos de atividade.

Vice-presidente do Creci-SC (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Santa Catarina), Brognoli enxerga a evolução no ofício. “Antigamente, o corretor atendia com uma agenda debaixo do braço e papéis. Hoje, está nas redes sociais, utiliza telefone, computador e tudo isso fez evoluir a prestação de serviços”, destaca.

Para ele, os mais novos precisam buscar capacitação para atender a uma clientela e um mercado em constante desenvolvimento. “O atendimento faz toda a diferença”, argumenta o empresário.

Ele também reforça que a compra de imóveis continua sendo um investimento. “Em Santa Catarina, o imóvel só valoriza. Sempre será um bom investimento”, diz Brognoli.

Papel do Creci-SC

Segundo Brognoli, o bom corretor é o que atua na legalidade. “O corretor devidamente credenciado está habilitado e tem as noções do funcionamento do mercado. O conselho, por sua vez, tem a obrigação legal de credenciar e fiscalizar a profissão. Além disso, atende aos anseios da categoria em termos de capacitação e serviços.”

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