Nova área de cultivo de moluscos é interditada na Grande Florianópolis

Lista de locais impossibilitados de comercializar o produto inclui ainda Enseada do Brito, Maciambu, Praia do Cedro e Pontal, em Palhoça

Redação ND Florianópolis

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A região da Grande Florianópolis teve mais uma área de cultivo de moluscos interditada. Agora, a região da Serraria, na cidade de São José, é a mais nova área a integrar a lista. A lista de interdições já inclui a Enseada do Brito, Maciambu, Praia do Cedro e Pontal, em Palhoça.

Nova área foi interditada nesta semana – Foto: Julio Cavalheiro / Secom /NDNova área foi interditada nesta semana – Foto: Julio Cavalheiro / Secom /ND

A decisão foi tomada após exames laboratoriais detectarem uma concentração acima do permitido da bactéria Escherichia coli para o consumo de moluscos bivalves, que são animais protegidos por uma concha com duas valvas.

Também continuam interditadas para comercialização de mexilhões as áreas da Ponta de Baixo e Barra do Aririú, também em Palhoça.

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A interdição se deu a partir de decisão da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural. A medida passa a valer a partir desta quinta-feira (7), proibindo retirar e comercializar ostras, mexilhões, vieiras, berbigões e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia dessa área.

Monitoramento, cuidado e tradição

A Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina) monitora constantemente as áreas de produção de moluscos interditadas e arredores. Os resultados dessas análises definirão a liberação ou a manutenção das interdições das áreas afetadas.

Santa Catarina é o único Estado do país que faz o monitoramento permanente das áreas de cultivo. O Programa Estadual de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos é um dos procedimentos de gestão e controle sanitário da cadeia produtiva, dando garantia e segurança para os produtores e consumidores.

Santa Catarina é o maior produtor nacional de moluscos, com 39 áreas de produção distribuídas em 11 municípios do Litoral. O setor gera mais de 1.900 empregos diretos e a produção gira em torno de 13 mil toneladas de mexilhões, ostras e vieiras.