“O Startup Summit é um evento do ecossistema brasileiro”, afirma coordenador

Palestras envolveram mais de 9 mil pessoas no CentroSul, em Florianópolis, na semana passada

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Alexandre Souza, coordenador do Startup Summit, realizado em Florianópolis na semana passada, fala sobre o evento que reuniu mais de 9 mil pessoas e discutiu temas como inteligência artificial e sustentabilidade.

Alexandre Souza, coordenador do Startup Summit 2023 – Foto: Divulgação/NDAlexandre Souza, coordenador do Startup Summit 2023 – Foto: Divulgação/ND

Qual o balanço inicial da edição 2023?
As mudanças que fizemos com base nos insights do ano passado foram bem positivas. A programação no período da tarde, por exemplo, ajudou a termos mais startups no evento.

No an0 passado, atendemos 120, nesse ano foram 876 startups expondo, quase 300 por dia. Mas queríamos ter outras ações com elas, então a parte da manhã foi de conexão delas com investidores para a geração de negócios.

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Entraram 9.000 pessoas no Centrosul,  quase 4.000 pessoas de outros Estados. É um evento do ecossistema brasileiro, tem essa representatividade. Tivemos pessoas de todos os Estados.

Quais as discussões mais importantes para as startups?
O objetivo do evento é capacitar as startups que já estão em operação com o conteúdo de quem já passou por isso. Sobem nos palcos empreendedores que já chegaram lá.

Os temas fortes desse ano foram governança, sustentabilidade, ESG e inteligência artificial. Praticamente toda a trilha de tecnologia foi de IA, por exemplo. Porque esse é o ano da IA. Governança e sustentabilidade também estão cada vez mais presentes nas startups. E, obviamente, os temas que a gente sempre aborda, como vendas e marketing. A ideia é ajudar as startups.

Florianópolis precisa melhorar a infraestrutura para eventos?
Temos problemas de infraestrutura com relação ao Centrosul. O máximo que pode comportar é 12 mil pessoas, e ainda assim construindo um “puxadinho” na área. O RD Summit mostrou isso: quando passou de 12 mil pessoas, teve que ir para São Paulo.

Obviamente, não temos a mínima intenção de tirar o evento de Florianópolis, mas temos que ter melhorias. Dá para pensar em algumas ações para melhorar a condição do Centrosul. Mas se a cidade quiser trazer eventos de grande porte tem que ter uma estrutura maior. Hoje estamos limitados.

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