*Mikael Melo interino
As obras no Moinho Joinville, no Norte de SC, estão cada vez mais perto de saírem do papel. A assinatura do contrato com a empresa que fará o trabalho acontece na próxima terça-feira (8), véspera do aniversário da cidade.
Nos últimos anos, diversas soluções já foram pensadas para o empreendimento, passando da criação de um complexo cultural até a tentativa de leiloá-lo no ano passado. Até que no início dessa semana, a Fiesc anunciou a compra do Moinho Joinville, no valor de 12,8 milhões. Além disso, o pédio está em fase final do processo de tombamento como Patrimônio Cultural de Joinville. – Foto: Foto: André KopschA formalidade irá ocorrer durante a reunião do conselho da Associação Empresarial de Joinville (ACIJ), que contará com a presença do prefeito Adriano Silva e também do governador Carlos Moisés, a partir das 17h.
SeguirMario Cezar de Aguiar, presidente da FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), vai participar e falar sobre as obras no Moinho Joinville, além de apresentar o projeto Educação FIESC 20-30, que inclui ações da entidade entre 2020 e 2030.
Após a apresentação do projeto, acontece a assinatura do contrato com a empresa joinvilense responsável pela execução do serviço. As obras começam imediatamente na sequência do acordo.
Já o governador Carlos Moisés deve trazer a agenda das prioridades do estado para 2022, com investimentos previstos para a região de Joinville, entre eles a revitalização da Serra Dona Francisca.
Durante a fala, o governador vai atualizar ainda o status das obras em andamento – o elevado do Eixo de Desenvolvimento Norte, realizado em parceria com a ACIJ, é um deles.
As obras no Moinho Joinville
O Moinho Joinville deve receber quase R$ 100 milhões em investimentos. Nesta primeira etapa, o complexo educacional vai ocupar pouco mais de 20 mil m² do terreno de 53 mil m².
Fiesc projeta que o Moinho Joinville receba 3 mil pessoas por dia em atendimento em serviços de educação, saúde e tecnologia e inovação – Foto: Fiesc/DivulgaçãoO Sesi (Serviço Social da Indústria) e o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) serão responsáveis pela administração dos colégios. As entidades vão oferecer ensino de pré-escola, fundamental e médio, além de educação profissional, como cursos abertos.
No edital, estão previstos investimentos de R$ 99.830.537,84 para a construção do complexo, que tem prazo de conclusão de 14 meses. Vale lembrar que a FIESC adquiriu o prédio em 2018.