A Assembleia Legislativa realizou uma sessão histórica, com intensos e elevados debates, avaliação em termos elevados de vários destaques, posições divergentes dos deputados, e cumprindo com sua obrigação constitucional.
Na prática, o que se constatou foi a votação em bloco dos deputados e bancadas agora afinados com o governo Calos Moisés. Prevaleceu, assim, a vontade da Casa da Agronômica. No balanço das discussões ficaram compromissos oficiais dos deputados com matérias consideradas as mais polêmicas e de maior impacto social.
Reforma da Previdência é aprovada mesmo com protesto dos servidores públicos em SC – Foto: Vicente Schmitt/Agência AL/NDPara tentar amenizar os previsíveis dramas e sofrimentos de milhares de aposentados e pensionistas, os líderes do governo assumiram compromissos solenes de envio de projetos com compensações salariais.
Estas fórmulas, a propósito, deveriam ter sido negociadas entre os deputados e o governo na tramitação da reforma da Previdência.
Afinal, a esmagadora maioria, na faixa de R$ 1.100,00 até R$ 6.440,00, terá agora desconto de 14% para contribuição previdenciária, o que não existia até agora.
De igual forma, as perdas reais de pensionistas de proventos menores, que igualmente terão perdas históricas.
Outro segmento que se julga altamente prejudicado é o da Policia Civil, que não teve suas aspirações atendidas. Foram as emendas que tiveram os mais longos debates.
Assim, o governo Moisés tem o dever de propor medidas para aliviar os prejuízos que terão milhares de famílias catarinenses.