A confiança do consumidor de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, aumentou 0,63% em relação em julho e soma 92,65. É o que mostra o ICC (Índice de Confiança do Consumidor Chapecoense). A pesquisa foi feita pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó em parceria com o Sicom (Sindicato do Comércio) de 13 de junho a 7 de julho com 203 participantes.
Confiança dos consumidores de Chapecó subiu, segundo a pesquisa – Foto: NDTV/ReproduçãoComparado a julho de 2022, o índice tem números positivos neste ano e chega a 25,58 pontos acima do ano passado, com aumento de 38,14%. A maioria dos grupos que compõem o ICC também apresenta aumento nos percentuais. Os homens apresentaram aumento de 5,05% e as mulheres tiveram redução de 3,45%.
Por faixa etária, os participantes que possuem acima de 65 anos foram os que apresentaram maior aumento da confiança, com variação de 10,88%. Em relação à renda, o grupo que obteve aumento principal foi dos consumidores com renda de R$ 2 mil à R$ 4 mil, com variação de 5,54%. Os consumidores com renda acima de R$ 4 mil apresentaram aumento de 0,26% e os de renda até R$ 2 mil tiveram redução de 4,68%.
SeguirO ICE (Índice de Condições Econômicas) obteve diminuição de 7,78%, caindo para 80,24 pontos. Os resultados indicam que os consumidores estão menos confiantes com relação às suas finanças e às condições atuais para aquisição de bens duráveis, se comparado ao mês de junho.
Contudo, os resultados apontam que a população de Chapecó está mais otimista em relação ao futuro, indica a coordenação da pesquisa. Olhando para o IEC (Índice de Expectativas de Consumo), que mensura o sentimento dos consumidores em relação aos próximos anos, tanto da situação econômica pessoal quanto do país todo, também foi registrado aumento, com 100,28 pontos neste mês, uma variação de 5,34%.
Pesquisa aponta renda média
A pesquisa também mostrou a média da renda dos participantes que foi de R$ 3.047,67, no mês de julho, enquanto em junho foi de R$ 2.290,66.
As expectativas de gastos extras sofreram redução, de R$ 542,38 em junho para R$ 540,56 neste mês, enquanto a expectativa de gastos pela internet aumentaram para R$ 156,08, indicando que os valores médios se mantiveram relativamente estáveis em comparação com junho.