Os alimentos em Florianópolis tiveram um leve recuo em junho (-0,16%), segundo dados do IVC (Índice de Custo de Vida), da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina). A queda de preço para alimentação em casa foi ainda maior, de -0,26%.
Preço da batata inglesa aumenta 31% em Florianópolis – Foto: Freepik/NDMesmo assim, a batata inglesa registrou aumento de 31,7%. Segundo o índice, os preços das refeições e lanches consumidos fora de casa ficaram estáveis em junho. Veja listas:
Alimentos que ficaram mais baratos
– Óleos e gorduras (-8,9%), com destaque para o óleo de soja (-13,2%);
– Bebidas (-1,5%);
– Aves e ovos (-1,5%);
– Carnes in natura (-1,1%);
– Leites e derivados (-1%);
– Carnes e peixes industrializados (-0,7%);
– Pescados (-0,08%).
Alimentos que ficaram mais caros
– Tubérculos, raízes e legumes (9,6%), com destaque para a batata inglesa (31,7%);
– Enlatados e conservas (6,4%);
– Farinhas, féculas e massas (1,7%);
– Frutas (1,2%);
– Sal e condimentos (1%);
– Panificados (0,8%);
– Hortaliças e verduras (0,8%);
– Açúcares e derivados (0,7%);
– Cereais, leguminosas e oleaginosas (0,3%).
Preços em geral caem em Florianópolis
Os preços dos produtos e serviços consumidos pelas famílias de Florianópolis tiveram deflação em junho (-0,11%). A última inflação mensal negativa havia sido registrada em setembro de 2022 (-0,19%).
O índice encerrava, então, uma sequência de três meses de deflação, mas com os números voltando a subir. Já a deflação de junho deste ano mantém uma trajetória de queda iniciada em março.
A inflação de junho também foi menor que a do mesmo mês do ano passado, quando houve alta de 0,15%. Com isso, os índices acumulados também recuaram.
A inflação do primeiro semestre de 2023 fechou em 3,05%. Nos cinco meses até maio, estava em 3,16%. Já o acumulado dos últimos 12 meses caiu para 3,21% (estava em 3,47% em maio), ficando inclusive abaixo da meta nacional anual de 3,25%.