Representantes da Secretaria de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias (SPAF) estiveram em audiência com o audiência com o secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA), Fabrizio Pierdomenico, nesta quarta-feira, na qual conversaram sobre o porto de Itajaí, Litoral Norte de SC.
O porto está com as operações reduzidas desde o início de 2023, por conta de impasses no processo de privatização.
Autoridade portuária deve ser mantida por 25 anos – Foto: Luciano Sens/Porto de Itajaí/Divulgação/ND“Pedimos ao Governo Federal celeridade com relação ao novo arrendamento e com a delegação da Autoridade Portuária”, afirmou o secretário adjunto, Robison Coelho, que acompanhou o secretário Beto Martins.
SeguirO Governo Federal deve realizar uma licitação no segundo semestre deste ano. A expectativa é que o futuro arrendatário possa assumir as operações já em 2024.
A nova empresa arrendatária terá obrigações como realizar investimentos privados em novos equipamentos, além da responsabilidade do canal de acesso e dragagem, e continuidade de operações mistas (contêiner/carga geral).
“O Porto de Itajaí é estratégico para SC para o escoamento das cargas de exportação e recebimento das cargas de importação, o Estado vem crescendo e mesmo não sendo um Porto com delegação estadual e sim municipal, o governador Jorginho Mello, delegou à SPAF o acompanhamento de perto desta questão”, afirma Coelho.
Lideranças se reuniram para debater situação do porto de Itajaí – Foto: SECOM SC/Reprodução/ND“Nosso papel é colocar o Estado à disposição do município e da União e prestar apoio no que for possível e necessário para que o Porto de Itajaí volte a operar com sua plena capacidade”, acrescenta Beto Martins.
O secretário nacional de portos, Fabrizio Pierdomenico, afirma que a autoridade portuária deverá se estender por 25 anos.
A expectativa é confirmar este trâmite no mês de junho, o que irá possibilitar com que a autoridade local faça contratos temporários maiores, uma das reivindicações dos armadores.
“Isso trará a tão sonhada segurança jurídica e prazos, uma exigência dos armadores, que poderão negociar o retorno das linhas internacionais para Itajaí nos próximos meses”, conclui Coelho.