Santa Catarina mantém menor taxa de informalidade e lidera empregos em empresas privadas

Com aumento de 171 mil profissionais, total de empregados em Santa Catarina ultrapassa R$ 4 milhões e derruba taxa de informalidade

Foto de Alan Cavalieri e João Ribeiro

Alan Cavalieri e João Ribeiro Florianópolis

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Santa Catarina teve a menor taxa de informalidade do país nos últimos três meses, com 1,1 milhão de pessoas. O dado coloca o estado na primeira posição do ranking divulgado na tarde desta sexta-feira (22) pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Santa Catarina lidera no número de carteiras assinadas e tem menor taxa de informalidadeSanta Catarina lidera no número de carteiras assinadas e tem menor taxa de informalidade – Foto: Reprodução/Freepik/ND

Segundo o IBGE, o número mostra a “consistência no mercado de trabalho em Santa Catarina”.

Ao todo, estima-se que R$ 4,15 milhões de trabalhadores estão empregados em Santa Catarina neste trimestre, um aumento de 171 mil profissionais, comparado com a última pesquisa, referente aos meses de abril, maio e junho. O estado é o segundo do Brasil neste quesito, ficando atrás apenas do Mato Grosso do Sul.

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Outro destaque do levantamento é de que Santa Catarina caiu no número de desocupados. Dos 6,2 milhões de pessoas aptas a trabalhar, apenas 118 mil não estão empregadas, uma queda de 17 mil pessoas desocupadas.

Participação da indústria na menor taxa de informalidade

Para Roberto Kern Gomes, superintendente estadual do IBGE em Santa Catarina, um dos fatores que contribuem para a empregabilidade é a “participação da indústria no estado, já que Santa Catarina ocupa a 5º maior atuação do setor no Brasil”.

Participação da indústria é responsável por menor taxa de informalidade e – Foto: Reprodução/Fiesc/Eduardo Marques/NDParticipação da indústria é responsável por menor taxa de informalidade e – Foto: Reprodução/Fiesc/Eduardo Marques/ND

O salário médio do catarinense em comparação com o restante do país é o 4º mais alto: R$ 3.645 reais. À frente estão Rio de Janeiro (R$ 3.705), São Paulo (R$ 3.959) e Distrito Federal (R$ 5.403)

Santa Catarina também é destaque nos registros em carteiras por empresas privadas, com 2,9 milhões de profissionais. Nesse quesito, o estado é o primeiro do Brasil.

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