SC cai uma posição e passa a ser o 6º Estado que mais gerou empregos formais no país em 2022

Entre janeiro e julho, foram criadas 89 mil vagas de empregos com carteira assinada; setor de construções foi o que mais cresceu em julho, com abertura de 1,4 mil vagas

Redação ND Florianópolis

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Santa Catarina é o sexto Estado do país que mais gerou empregos formais, com 89.065 novas vagas entre janeiro e julho de 2022. Os dados são do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

Santa Catarina é o sexto Estado do país que mais gerou empregos formais, com 89.065 novas vagas entre janeiro e julho de 2022 – Foto: Rafael Neddermeyer/Agência Senado/NDSanta Catarina é o sexto Estado do país que mais gerou empregos formais, com 89.065 novas vagas entre janeiro e julho de 2022 – Foto: Rafael Neddermeyer/Agência Senado/ND

Os Estados nas primeiras colocações são São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Bahia. Até o mês de junho, Santa Catarina se encontrava na 5ª posição, na frente do Estado da Bahia.

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No mês de julho, foram 4.551 postos de trabalho com carteira assinada em Santa Catarina. Foi a segunda menor variação relativa (+0,19%) em relação ao registrado no mês anterior, quando 9.720 novas vagas formais foram geradas.

O Estado ficou atrás apenas do Espírito Santo que gerou somente 27 vagas de empregos formais e teve variação relativa de +0,00%.

Ainda neste mês, o setor de construções foi o que mais cresceu em Santa Catarina, com a abertura de 1.452 vagas. Na sequência estão serviços (1.438), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (1.018), comércio (956) e indústria (738).

São Paulo foi o Estado que registrou, no mês, maior número de empregos formais gerados: 67.009, o que representa uma alta de 0,51%. Minas Gerais agregou 19.060 novos postos (0,43%); e Paraná agregou mais 16.090 empregos formais (0,55%).

“Do ponto de vista regional o grande destaque foi a região Norte, com um crescimento de 0,8% da força de trabalho, o maior crescimento relativo entre as cinco regiões brasileiras”, destacou o ministério.

Cenário nacional

O Brasil gerou 218.902 vagas de empregos com carteira assinada no mês de julho. No acumulado de 2022, foram gerados 1.560.896 empregos formais.

Entre agosto de 2021 a julho de 2022 (últimos 12 meses), o saldo positivo ficou em 2.549.939 vagas geradas. Com isso, o estoque total de trabalhadores com carteira assinada está em 42.239.251. Ainda segundo o Caged, de julho de 2020 a julho de 2022 o saldo positivo está em 5.542.283 novos postos de trabalho “decorrentes de 43.141.648 admissões e 37.599.365 desligamentos no período”.

Os cinco segmentos analisados registraram saldos positivos em julho. O maior crescimento foi o de Serviços, que apresentou saldo positivo de 81.873 postos de trabalho formais. O grupamento Indústria registrou 50.503 novos postos; e o Comércio, gerou 38.574 vagas no mês.

No acumulado do ano, a construção civil foi o setor com melhor desempenho, ao registrar crescimento de 9,38% no estoque de empregos formais. O de serviços gerou 874.203 vagas, seguido pela indústria, com 266.824 novos empregos.

Com relação aos salários, pelo segundo mês seguido observou-se aumento no salário médio real de admissão. Na média, o valor acertado ficou em R$ 1.926,54, o que representa uma alta de 0,80%.

“Comparado ao mês anterior houve um acréscimo real de R$ 15,31, sendo o maior crescimento verificado no setor do comércio, R$ 1.685,67, variação de 1,95%”, detalhou o levantamento.

Com informações da Agência Brasil

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