A Secretária Nacional de Maricultura e Pesca, Andreia Lins Ribas, visitou na semana passada, as fazendas produtoras de moluscos e indústrias de pescados de Palhoça. O município da Grande Florianópolis é responsável pela produção de 65% dos mexilhões consumidos em todo o Brasil.
Palhoça é reconhecida nacionalmente pela produção – Foto: Epagri/NDAcompanhada por representantes da Epagri e da Secretaria Municipal de Maricultura e Pesca de Palhoça, Andreia Ribas conheceu a rotina de várias centrais de produção de mariscos, ostras, vieiras e algas instaladas na cidade.
Macroalga vai virar biofertilizantes
Essa é quarta visita de um titula da pasta ao município. Em abril deste ano, os maricultores de Palhoça receberam autorizações para o cultivo de macroalga utilizada como fertilizante. A pesquisa e o estímulo para o cultivo das macroalgas Kappaphycus alvarezii em Santa Catarina, ocorrem há mais de 10 anos pela Epagri e a UFSC.
As macroalgas são consideradas excelente fonte de renda e podem ser comercializadas como biofertilizantes e na produção de carragenina, utilizada pelas indústrias alimentícias e na fabricação de cosméticos e têxteis.
De acordo com o extensionista da Epagri em Palhoça, Edson de Quadra, os maricultores investiram em infraestrutura, como a com pra de equipamentos para produzir biofertlizantes com a matéria-prima, que podem ser utilizados na agricultura.
A licenciamento ambiental foi expedido pela Fundação Cambirela do Meio Ambiente de Palhoça (FCAM). A Epagri, a Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), e Secretaria Municipal de Maricultura e Pesca.