Talvez é o fim do termo ‘Plano 1000’, programa lançado pelo ex-governador Carlos Moisés. Mas em conversa com o secretário de estado da fazenda, Cleverson Siewert, os investimentos aos municípios não deixarão de acontecer, com detalhes a serem avaliados.
Secretário da Fazenda, Cleverson Siewert, apresentou números do Estado – Foto: Eduardo Valente/NDOs recursos extraordinários que entraram ao estado ainda na pandemia não devem se repetir em 2023, por isso pagamento de salários e repasses aos municípios precisarão ser equacionados.
Junto ao governador Jorginho Mello (PL), Siewert explicou que o que já estiver iniciado é obrigação em faze e as outras não iniciadas serão avaliadas dentro da legalidade e necessidade com a sociedade e prefeitos locais.
Seguir“Sempre bom lembrar que o poder público no nosso país é responsável por 40% do PIB, 20% dos empregos, 30% dos salários, mas mais do que isso ele é um animador de toda parte produtiva e é ela sim que a gente pensa”, explicou o secretário. Isso porque Siewert não quer deixar de lado a infraestrutura e o pensamento do apoio e trabalho em consonância com iniciativa privada.
A assessoria da prefeitura de Joinville explicou que obras com projetos prontos estão com andamento certo, mas o anseio é daqui pra frente. Assim como todos os outros municípios.
O pix talvez não existirá mais, porém não o fim de repasse. Governo quer trabalhar por projetos consistentes e não apenas enviar um recurso.