Sem acordo, votação sobre imposto de bares, restaurantes, leite e farinha é adiada

Representantes do governo do Estado e dos setores produtivos foram recebidos na Assembleia Legislativa; após três horas de debate, não houve consenso; votação será em até duas semanas

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Representantes do governo do Estado e dos setores de bares e restaurantes; e de leite e farinha de trigo, reuniram-se na manhã desta quarta-feira (9) na Alesc (Assembleia Legislativa), para debater o veto parcial do Poder Executivo ao projeto de lei sobre a legislação tributária catarinense. Não houve acordo.

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    Secretário Paulo Eli - Bruno Collaço/Divulgação/ND
    Secretário Paulo Eli - Bruno Collaço/Divulgação/ND
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    Pastas com o projeto em debate - Bruno Collaço/Divulgação/ND
    Pastas com o projeto em debate - Bruno Collaço/Divulgação/ND
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    Deputado Moacir Sopelsa - Bruno Collaço/Divulgação/ND
    Deputado Moacir Sopelsa - Bruno Collaço/Divulgação/ND
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    Marcos Vieira, Moacir Sopelsa e Paulo Eli - Bruno Collaço/Divulgação/ND
    Marcos Vieira, Moacir Sopelsa e Paulo Eli - Bruno Collaço/Divulgação/ND
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    Deputado Marcos Vieira - Bruno Collaço/Divulgação/ND
    Deputado Marcos Vieira - Bruno Collaço/Divulgação/ND
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    Representantes dos setores afetados - Bruno Collaço/Divulgação/ND
    Representantes dos setores afetados - Bruno Collaço/Divulgação/ND

O PL não foi colocado em pauta na sessão da tarde desta quarta-feira, como havia a expectativa. O prazo final para votação da matéria é de até duas semanas.

Reunião do Estado, Legislativo e setores não resultou em acordo – Foto: Bruno Collaço/Divulgação/NDReunião do Estado, Legislativo e setores não resultou em acordo – Foto: Bruno Collaço/Divulgação/ND

O veto em questão abrange cinco emendas apresentadas pelos deputados ao projeto ainda em 2021, com o objetivo de promover alterações nas alíquotas de ICMS cobradas aos setores.

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Durante a reunião, que durou mais de três horas, as partes apresentaram os seus posicionamentos e houve convergências em alguns pontos, mas sem um acordo final.

Ficou decidido dar prosseguimento às tratativas até a votação do veto em plenário.

“Não alcançamos um consenso, que era o nosso objetivo inicial, mas acreditamos que promover esse debate foi o melhor caminho, pois o governo e os setores econômicos puderam apresentar suas razões e instruir os deputados para os seus votos”, disse o deputado Moacir Sopelsa (MDB).

“Se um acordo não chegar a ser alcançado nestas duas semanas que ainda faltam para a votação, a decisão caberá ao Plenário, que é soberano”, afirmou o presidente da Alesc.

Além dos representantes dos setores atingidos pelo veto, participaram da reunião os secretários de Estado Paulo Eli (Fazenda) e Eron Giordani (Casa Civil) e lideranças de blocos partidários que compõem o Parlamento estadual.