O comércio catarinense começou 2021 em queda. Em janeiro de 2021, o volume de vendas no comércio varejista de Santa Catarina caiu 4,1% em comparação a dezembro de 2020.
Os dados são da nova Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Divulgada nesta sexta-feira (12), ela é referente a janeiro deste ano.
O setor de materiais para escritório, informática e comunicação teve queda de quase 40% em relação a janeiro de 2020 – Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil/Arquivo/NDA queda foi menor do que aquela verificada em dezembro de 2020 (-5,4%). Somente quatro Estados avançaram em janeiro frente a dezembro: Minas Gerais (8,3%), Tocantins (3,7%), Acre (1,1%) e Mato Grosso do Sul (0,8%).
SeguirEntre as variações, Santa Catarina ficou 23º lugar – em frente apenas ao Mato Grosso (-4,2%), Ceará (-4,9%), Rondônia (-9,1%), e Amazonas (-29,7%). Em todo o país, o comércio varejista apresentou queda de 0,2%.
Já na comparação mensal com janeiro de 2019, a taxa é positiva. Santa Catarina cresceu 0,5% no volume de vendas em relação ao mesmo período do ano anterior.
Quedas
A queda foi menor no comércio varejista ampliado, que inclui o comércio de veículos, motos, partes e peças e materiais de construção. Comparado ao mês de dezembro de 2020, o volume de vendas de janeiro foi 0,4% menor
Santa Catarina ficou com o 5º melhor resultado no País, atrás apenas de Tocantins (6,3%), Minas Gerais (4,2%) – esses os únicos
com variação positiva – Espírito Santo e Goiás (-0,3%). Em todo o Brasil, o setor caiu 2,1% em janeiro.
Atividades que avançaram
Das oito atividades do comércio de varejo, apenas quatro registraram crescimento em janeiro de 2021. O maior crescimento foi registrado no setor de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (10,1%).
Venderam mais neste mês o setor hipermercados e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,8%) e móveis e eletrodomésticos (1,0%)
Já em relação ao mesmo período do ano anterior, tiveram recuo nas vendas o setor de equipamentos e Materiais para escritório, informática e comunicação (-37,3%) e de livros jornais revistas e papelaria (-42,1%).