Dinheiro, money, grana, bufunfa – ninguém mais fala bufunfa, né?! Enfim, sinônimos não faltam para esta ferramenta que move o mundo na forma como o conhecemos. Para muitos é um objetivo; para outros, um meio; mas para a maioria é uma necessidade – e saber como lidar com a reserva financeira é algo que pode fazer toda a diferença.
A reserva financeira pode ser utilizada para futuros investimentos – Foto: iStock/divulgação/NDEntão, que tal seguir os sete passos que podem ajudar você a montar a sua própria reserva financeira? Vamos trazer algumas dicas que vão auxiliar na administração das finanças para, quem sabe, ter uma relação mais leve com o dinheiro.
1. Organize-se
Nem todos gostam muito dela, mas a matemática é nossa amiga e, quando a gente fala sobre dinheiro, isso fica mais evidente.
SeguirFazer contas é essencial para quem quer ganhar um troco e criar a reserva financeira, então aproveite que nessa prova pode usar calculadora.
Primeiro, pense em quanto você ganha. Depois, em quanto você gasta. Coloque no papel ou em planilhas e anote tudo.
Nesse caso, a conta só fecha se você recebe mais do que gasta, o que em finanças se chama de superávit. É importante ter isso em mente!
2. Aprenda a economizar
Já que buscamos o superávit, temos que ganhar mais do que gastar, e o primeiro passo para isso é economizar.
Depois de colocar seus gastos um a um no papel, avalie onde você está gastando em excesso: “quais deles eu não precisava ou poderia ter conseguido mais barato?”.
Mas só avaliar não basta, você tem que ser proativo e agir para reduzir os custos. Alguns hábitos vão ter que mudar. Nem sempre é fácil, mas quanto antes melhor.
3. Economize, mas…
Economizar não é simplesmente cortar custos e focar na reserva financeira, é pensar quais deles valem a pena reduzir.
Para além das necessidades básicas, essa não é uma resposta tão simples, você precisa avaliar caso a caso. Por exemplo, uma ida ao cinema pode sair caro, mas todos precisamos de lazer para viver.
Algumas coisas que as pessoas chamam de “gastos” são investimentos em nós mesmos. É o que vai te dar saúde e disposição para viver melhor.
4. Aumente seus ganhos
As realidades de cada pessoa são diferentes e as questões são bem mais profundas do que podemos tratar por aqui. Vamos focar no dinheiro mesmo e pensar: qual sua fonte de renda?
Há quem receba dos pais e tem quem precise trabalhar desde cedo, mas o objetivo continua sendo: ganhar mais do que gastar.
Trabalhar é importante até para desenvolver mais responsabilidades, mas não é (ou não deveria ser) a prioridade de crianças e adolescentes.
Então, se precisar, busque trabalhos que não atrapalhem seus estudos, como o programa Jovem Aprendiz, ou durante as férias escolares.
Você também pode ensinar outros alunos dando aula de reforço escolar, trabalhar pela internet e meios digitais que abrem algumas possibilidades ou fazer comidinhas para vender na rua, como doces, quitutes ou até mesmo salgados.
Para quem gosta de moda, dá para estilizar umas roupas e revender, bijus, maquiagem, entre outras, pensando na reserva financeira.
5. Invista
“OK, aprendi a economizar, estou ganhando uma graninha fazendo meus corres, e agora? O que fazer com esse dinheiro?” Faça um investimento.
Uma questão importante é: dinheiro parado perde valor. Isso acontece porque a tendência é que tudo fique mais caro com o tempo, baseado na inflação.
E, se sua grana ficar parada num cofrinho durante um ano, você está perdendo dinheiro.
Há várias formas de investimento financeiro que podem ajudar bastante a fazer essa reserva financeira, mesmo você não utilizando – e é aí que começa o “pulo do gato”!
Você pode fazer muita coisa, mas, novamente, precisa avaliar a situação: quais são seus objetivos? Quanto tempo você pode deixar o dinheiro guardado? Vai precisar mexer nele?
Dependendo das respostas, um determinado tipo de investimento pode se adequar melhor, ajudando na lucratividade da sua reserva financeira.
6. Informe-se e acompanhe
O que não falta são várias pessoas falando de economia na internet. O público-alvo, em sua maioria, é o adulto, mas tem bastante conteúdo disponível que é acessível para adolescentes.
Importante é começar a entender todo esse economês que parece difícil no começo, mas depois deslancha.
E se enturmar com os termos é importante para a reserva financeira. Se tiver dificuldade, peça ajuda para seus pais, tios ou professores que entendam do ramo.
7. Estudo é investimento
Por fim, a dica mais importante de toda essa matéria: estude! O estudo é o melhor investimento possível, não é um custo. Priorize a escola e dê o máximo que você conseguir para ser um bom aluno e aproveitar tudo que ela oferece.
Além de ser um ambiente muito legal de se viver, a escola proporciona ensinamentos incríveis. Pessoas com mais estudo tendem a ter melhores salários e melhor qualidade de vida.
Se o investimento tem a ver com visar o lucro no futuro, o estudo é o maior deles.