Em 2021, foram registrados quase 180 mil atendimentos gratuitos à população e desenvolvidos mais de 130 projetos junto à comunidade – Foto: DivulgaçãoPoucos setores da sociedade passaram por tantas transformações quanto a educação nas últimas décadas. Uma das instituições de ensino que acompanharam essa evolução e têm por princípio, além da excelência no processo de aprendizagem, uma missão social e a de contribuir para o pleno desenvolvimento das comunidades em que está inserida, a UniSul
(Universidade do Sul de SC) completa 58 anos em 2022 e se consolida como instrumento de transformação de pessoas e cidades.
“Todos os catarinenses são impactados pela presença da UniSul, seja pelos estudantes, professores e colaboradores da instituição; pela pesquisa, ensino, extensão e serviços; ou pelos empreendedores, gestores públicos e profissionais de todas as áreas que foram formados pela instituição”, destaca o reitor da UniSul e diretor de Relacionamento Institucional e Parcerias Estratégicas da Regional Sul da Ânima Educação, Mauri Luiz Heerdt.
Ele ressalta ainda a relevância da presença da universidade para planejar e desenvolver políticas públicas em municípios, regiões e Estado. “Somos uma instituição que, desde o nascedouro, em 1964, contribuiu para fazer de Santa Catarina este lugar privilegiado para se trabalhar e viver”, afirma.
Os números da instituição confirmam esse compromisso. Apenas em 2021, foram registrados quase 180 mil atendimentos gratuitos à população e desenvolvidos mais de 130 projetos junto à comunidade nas áreas de cidadania, direitos humanos, empreendedorismo, saúde, esporte, arte, cultura, sustentabilidade e meio ambiente, aponta o Balanço Social da UniSul.
A UniSul inaugurou mais dois campi no Estado e ampliou sua atuação no Sul de Santa Catarina. “A abertura dos novos campi, de Araranguá e Criciúma, consolida a presença da UniSul em todo o Estado e reforça nosso compromisso de utilizar a educação como ferramenta transformadora, por meio da formação de profissionais competentes e que irão colaborar no crescimento econômico e social de Santa Catarina”, conclui o diretor-geral da UniSul, Rodrigo Alves.
Avanços e evolução da universidade
Desde a fundação da UniSul, em 1964, em Tubarão, e a formatura da primeira turma da instituição, do curso de Economia, os avanços foram muitos, segundo o reitor. Já a partir de 1972 houve a criação de novos cursos em todas as áreas do conhecimento. Posteriormente os campi foram ampliados para outros municípios e o desenvolvimento da Ead (Educação à Distância) ganhou força.
Foto: Campus Unisul TubarãoTodas essas ações, a qualidade do ensino e do corpo docente, além da infraestrutura, levaram a universidade a ser reconhecida pelo processo avaliativo do MEC (Ministério da Educação) com a nota 5, indicador máximo do órgão.
Reestruturação e planos de expansão
Atualmente, a instituição de ensino superior promove uma grande reestruturação e tem planos de expansão para novos campi e de atuação em outras cidades. “A nossa assinatura identitária, Fortalecendo Comunidades e Formando Cidadãos do Mundo, é nossa verdadeira devoção: ao mesmo tempo em que representa o nosso legado, é um horizonte atualíssimo para o nosso futuro”, acrescenta o reitor da UniSul. Ele conta que, no momento, a universidade tem a missão de implementar a integralidade do Ecossistema Ânima no Estado.
Os desafios para a área
Para o reitor, a educação vive um momento sem precedentes na história. “A cultura digital, os reflexos da pandemia, as mudanças bruscas da contemporaneidade e os desafios econômicos e sociais atuais nos lançam obrigatoriamente para a tomada de decisões céleres e criativas”, avalia. Contudo, ele ressalva, para a UniSul, essas decisões são pautadas pela qualidade e pela relevância da concretização do nosso propósito.
“Sabemos que somente a educação não transforma o mundo, mas não haverá transformação sem uma boa educação. Todos desejamos ser bons profissionais e cidadãos. Todos temos sonhos e projetos de vida. A educação de qualidade é caminho imprescindível para transformar esses sonhos em realidade”, ensina Heerdt.
Antes, analisa ele, as pessoas assistiam a aula do professor, que dominava o conteúdo e o comportamento dos alunos e procuravam dividir o máximo possível aquilo que explanava.
“Hoje importa mais conectar os diferentes saberes e mobilizar isso para um projeto, protótipo, experiência, ação, engajamento. Antes importava mais o que ensinar para o aluno, hoje é mais para que aprender e o professor ensina com o aluno. O aluno é um protagonista da aprendizagem e da sua história”, esclarece.
Foto: Campus Unisul Pedra BrancaQuanto à inovação no aprendizado e nas formas de transmitir o conhecimento, a mudança foi extrema, como conta o reitor. “Antigamente era uma grande novidade o professor utilizar alguma tecnologia para auxiliar na apresentação do conteúdo ou dinamizar a aula, retroprojetor por exemplo. Hoje a tecnologia é da natureza da aula e há uma diversidade de meios à disposição para proporcionar uma experiência rica e diversa aos alunos. Antes importava mais a sala de aula entre as quatro paredes. Hoje o mundo passa a ser a sala de aula, formada pelas realidades físicas e digitais”, finaliza Mauri Heerdt
As fases de mudança e crescimento da instituição
Criação (1964 – 1972): fase da fundação da UniSul, em Tubarão, formatura da primeira turma do curso de Economia e aquisição de sede própria.
Transformação e crescimento (1972 – 1991): criação de novos cursos em todas as áreas de conhecimento, a partir das necessidades da região de Tubarão, e credenciamento como Universidade, com implementação de ações em ensino, pesquisa e extensão.
Expansão e pioneirismo no EAD (1991-2014): Expansão de campi para outras cidades, a começar por Araranguá, e desenvolvimento do EaD com a criação de Polos em todo o Brasil. Também houve a implementação de Programas Stricto Sensu (Mestrados e Doutorados).
Sistema Federal e consolidação da qualidade (2014-2019): O processo avaliativo da universidade passa para o sistema federal e, no seu processo de recredenciamento, foi reconhecida a sua qualidade com a Nota 5, indicador máximo do MEC.
Reestruturação e integração ao Ecossistema Ânima (2019-2022): na perspectiva de sua sustentabilidade, a instituição promove um grande processo de reestruturação em todas as dimensões e, em 2021, passa a fazer parte do Ecossistema Ânima, potencializando sua atuação e planejando o seu crescimento para outros campi e cidades.