Ao passar pelos corredores do colégio Brentwood Elementary, em Washington, nos Estados Unidos, a aluna Raegan Justesen de 8 anos, ficou emocionada ao cumprimentar a professora de educação especial Leash Kaplan. Ao acenar para nova professora, a aluna percebeu que ambas tem a mesma condição genética.
Leah faz uma selfie com a nova aluna Raegan, de 8 anos, que ficou emocionada por se identificar com ela. – Foto: Reprodução/InstagramRaegan nasceu com um braço menor que o outro e ficou absolutamente surpresa quando viu Leash cumprimentá-la com um aceno especial, o qual ela deu o nome de “nubbin”.
“Fiquei feliz em vê-la porque pensei que não havia mais ninguém que tivesse um nubbin na minha escola. Ela viu que eu tinha ‘um bracinho’ antes mesmo de eu ter a chance de vê-la”, diz Raegan.
SeguirA mãe e a avó de Raegan trabalham na mesma escola que a menina frequenta, e logo depois do encontro elas disseram para a Leash que ela havia ganhado uma fã.
“Elas me disseram que a menina não conseguia para de falar sobre isso, e eu fiquei muito feliz. Portanto sempre que a vejo, me sinto uma celebridade, pois ela faz questão de me cumprimentar”, explica Kaplan.
Leash ficou tão apaixonada por sua nova melhor amiga que até postou sobre ela em sua página do Instagram chamando Raegan de “aluna favorita da 2ª série”.
Professora é Pariatriatleta
Além de professora, Leash é pariatriatleta, em sua página do Instagram ela posta diariamente dicas sobre seus treinos e de suas corridas. Mas, recentemente Kaplan dedicou um post especial para Raegan.
“Toda vez que nos vemos, fazemos a onda nub. Eu adoro ver como ela está orgulhosa de seu braço”, escreveu Leash.
Em entrevista ao GMA (Good Morning América), Leash disse que foi inspirada a se envolver com esportes pelo seu professor que fazia triatlos nos fim de semana. Em 2024, ela pretende competir os Jogos Paralímpicos de Paris.
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Agora Leash espera compartilhar essa paixão com Raegan, inclusive a professora deu para menina uma bicicleta adaptada que possui três marchas e freios no lado direito. O objetivo é que a duas participem das competições de triatlos neste verão.
“Eu gostaria que as pessoas entendessem sobre crescer com uma diferença de membros, elas precisam nos ouvir antes de julgar. Ouçam e observem, pois todos nós sofremos inseguranças! Mas isso não significa que precisamos deixar de realizar os nossos sonhos”, finaliza Leash.