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Apae de Criciúma pede socorro para transportar seus alunos

Dois irmãos de sete anos, cadeirantes, autistas com deficiência intelectual grave aguardam a quatro meses um transporte para a escola

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Apae de Criciúma, atualmente com 331 alunos vem atendendo pessoas na faixa etária de zero a idade adulta, com deficiência intelectual, múltipla, autismo entre outras deficiências. A entidade vem passando por dificuldades em transportar alunos novos, principalmente cadeirantes. Dois irmãos de sete anos, autistas, com deficiência intelectual grave e outras síndromes, estão aguardando liberação de transporte a mais de quatro meses em casa e sem previsão do problema ser resolvido pelo poder publico municipal. A empresa de ônibus Forquilhinha, responsável pelo transporte no momento, declarou que já excedeu a cota de quilometragem imposta pela prefeitura e não podem fazer nada, apenas aguardam nova licitação. A escola, no momento, tem recebido um número significativo de novos alunos e não pode depender de cotas impostas para transporte de seus alunos, sendo este um direito deles. Declarou a diretora pedagógica.

Apae de Criciúma pede socorro para transportar seus alunos – Foto: Divulgação/ApaeApae de Criciúma pede socorro para transportar seus alunos – Foto: Divulgação/Apae

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