Convívio social é parte fundamental para desenvolvimento dos alunos – Foto: Divulgação/CEMJEstar em sala de aula vai muito além de ler, escrever e aprender matemática. É no ambiente escolar onde os alunos também desenvolvem habilidades sociais e emocionais, praticam exercícios de convivência e aprendizado uns com os outros, tendo acesso a uma saúde mental equilibrada e constroem o caráter e a percepção do mundo e das coisas.
O convívio social caminha lado a lado com o aprendizado e, foi na pandemia que tudo isso se tornou menos acessível a todos os estudantes brasileiros. De um dia para o outro, escolas fecharam, estudantes e educadores precisaram se adaptar com a ajuda do mundo da tecnologia e o contato se tornou virtual.
Ainda que o ensino básico tenha se mantido por meio de atividades pedagógicas desenvolvidas num ambiente remoto, mantendo assim o contato do aluno com o aprendizado, existe um fato que nenhuma pesquisa, organização, instituição ou unidade educacional precisa comprovar: o contato entre professor e aluno e a interação pedagógica nas aulas presenciais são insubstituíveis para o aprendizado.
Interação entre aluno e professor é insubstituível para o aprendizado – Foto: Divulgação/CEMJMesmo que a pandemia tenha impedido essa construção na prática, e protocolos de segurança precisaram ser seguidos a favor da vida, é preciso se preocupar e planejar a reconstrução do vínculo com a escola, e a vivência com a proximidade real com o ambiente escolar.
A preocupação com a educação presencial também é a saída para evitar e reverter o quadro de evasão escolar provocado pela pandemia de COVID-19.
Os novos meios de aprendizado se conectam a métodos com recursos da tecnologia, como é o caso da metodologia montessoriana, desenvolvido pela médica Maria Montessori, conhecida por trazer o aluno ao centro do ato de ensinar/aprender, valorizando e possibilitando o potencial de cada um o máximo possível.
“Ajude-me a crescer, mas deixe-me ser eu mesmo(a)” é a filosofia base do método, caracterizado por uma ênfase na autonomia, liberdade com responsabilidade e respeito pelo desenvolvimento natural das habilidades físicas, sociais e psicológicas do aluno.
Uma escola montessoriana tem o foco na percepção e desenvolvimento das crianças, deixando-as mais livres para descobrir o mundo, baseando-se na individualidade, na atividade e na liberdade do aluno como sujeito e objeto do ensino.
O Centro Educacional Menino Jesus, que atende crianças da educação infantil e do ensino fundamental, segue a filosofia e pedagogia de Montessori. A missão da escola é educar para a vida, através do conhecimento significativo e pela prática da solidariedade, da ética e da paz.
Missão do CEMJ é educar para a vida através da ética e da paz – Foto: Divulgação/CEMJ“Por sermos escola montessoriana, os alunos estarem no colégio sempre foi uma questão muito importante para nós, uma vez que o nosso ambiente escolar é um espaço de produção de ciência. Toda a escola é preparada para receber os alunos e cada espaço em que eles circulam possui informações que os ajudam no desenvolvimento”, disse a Vice diretora, Sandra Aparecida de Jesus.
As salas de aula do CEMJ são pensadas cientificamente, e tudo o que existe dentro dos espaços, seja na educação infantil ou no ensino fundamental, é pensado de forma a ajudar os alunos a serem autônomos na execução dos trabalhos.
No CEMJ as aulas presenciais começaram em outubro de 2020, quando as salas de reforço escolar voltaram a receber os alunos. O corpo discente percebe o quanto fez falta para as crianças na volta do presencial, pois apesar de ter aparatos em casa para o bom desempenho, as experiências do aprendizado ao vivo são mais gratificantes.
As aulas tiveram a retomada ao modelo presencial no mês de Outubro de 2020 no CEMJ seguindo todos os protocolos do Covid-19 – Foto: Divuglação/CEMJSegundo a vice-diretora, durante o retorno também foi notado o quanto os alunos precisam reaprender. “Recebemos crianças muito assustadas, que choravam com muita facilidade, muito inseguras. E com dois meses de retorno no presencial, você já percebia como elas estavam bem e como elas sentiam e sentem a necessidade desse contato com a professora e com os colegas, mesmo que mantendo o distanciamento, mesmo que com o uso da máscara. A questão emocional foi a primeira coisa que nós percebemos, como as crianças precisavam e o quanto elas estavam felizes de estarem aqui na escola”, ressaltou a Vice Diretora.
Desde fevereiro/21 quase 100% do corpo discente voltou às aulas presenciais e a expectativa é que em 2022, o ensino seja integralmente presencial.
“Estando na escola as crianças podem experimentar, tocar, ver, o que pelo computador elas não conseguiam fazer. E por mais que algumas atividades e experiências sejam feitas e preparadas em casa, não é a mesma coisa que fazer aqui junto com os colegas e os professores. Percebemos que as experiências realizadas nesse momento em que as crianças estão na escola têm uma importância muito grande para elas, pela aquisição de habilidades e sensações, e elas precisam muito dessa questão do grupo, do amigo. Até os pequenos conflitos que acontecem fazem com que eles se sintam em casa de novo, se sintam na escola de novo, se reconheçam como pertencentes a esse espaço físico que é preparado para recebê-las”, comentou.
Expectativa é que em 2022 já tenham 100% do ensino na modalidade presencial – Foto: Divulgação/CEMJAs atividades dentro do retorno presencial são voltadas para o desenvolvimento humano, emocional e científico e a escola toda possui esse espaço preparado para ajudar o aluno a se desenvolver.
O retorno ao CEMJ seguiu um protocolo sanitário, aprovado pelos órgãos de saúde. As equipes da unidade foram treinadas e vídeos informativos foram preparados para as crianças e toda comunidade escolar.
Com o avanço da vacinação, a expectativa da escola é que em 2022, todas as crianças e adolescentes possam ter tido acesso às vacinas para que, em fevereiro, todas possam retornar sem necessidade do ensino remoto.
CEMJ não registrou casos de contaminação cruzada desde do inicio do funcionamento – Foto: Divulgação/CEMJDesde o início do funcionamento, o CEMJ não precisou fechar, não registrou casos de contaminação cruzada, e até o dia 16 de dezembro, quando terminará o ano letivo, a unidade espera finalizar o ano com sucesso total.
Ainda com desafios na volta do presencial, a escola conta com protocolos de contingência que proporcionam a segurança de continuar e terminar o ano letivo com a presença total dos alunos e funcionários, sem maiores intercorrências.
Educar com confiança e autonomia são diretrizes do Centro Educacional Menino Jesus, conheça mais sobre a instituição e matricule-se para o ano letivo de 2022 em https://www.aifsj.org.br/educacao/cemj/