Aulas presenciais em escolas particulares de Joinville continuam

Suspensão da liminar impede, apenas, que escolas das regiões do nível gravíssimo realizem as atividades presenciais, o que não é o caso do município

Redação ND Joinville

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As aulas presenciais na rede particular de Joinville, no Norte de Santa Catarina, continuam liberadas, mesmo com a decisão judicial publicada nesta segunda-feira (9) que alterou o funcionamento das escolas particulares catarinenses.

Isto porque a portaria nº 854 permite a realização das aulas presenciais nas regiões em nível grave (laranja) no mapa de risco do Governo do Estado de Santa Catarina e, com a derrubada da liminar, apenas as regiões em nível gravíssimo (vermelho) devem suspender as aulas presenciais e realizar atividades de reforço.

Aulas presenciais só estão suspensas nas áreas de nível gravíssimo no mapa de risco do Estado, o que não inclui Joinville e cidades vizinhas – Foto: Moisés Stuker/NDTVAulas presenciais só estão suspensas nas áreas de nível gravíssimo no mapa de risco do Estado, o que não inclui Joinville e cidades vizinhas – Foto: Moisés Stuker/NDTV

Segundo a SES (Secretaria de Estado da Saúde), as escolas particulares voltam a obedecer as medidas e critérios estabelecidos no Plancon (Plano de Contingência da Educação de Santa Catarina).

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Por conta disso, todas as escolas das regiões em grave (laranja) – que é o caso do Nordeste, onde fica Joinville -, alto (amarelo) e moderado (azul) podem retomar o apoio pedagógico presencial, sempre seguindo as regras impostas pelo plano. Já as unidades no nível gravíssimo (vermelho) devem seguir no atendimento individual.

Joinville deve permanecer no risco grave em nova atualização

Após duas semanas no nível alto (amarelo), a região Nordeste voltou ao segundo nível mais grave de contágio na última quarta-feira (11).

Segundo o secretário de saúde de Joinville, Jean Rodrigues, a região manterá o mesmo índice na atualização desta semana.

O Nordeste apresentou uma pontuação de 2.3 no cálculo, que leva em conta quatro quesitos: ocupação de leitos, monitoramento,  ocorrência de óbitos por Covid-19 e comportamento da pandemia, e transmissibilidade. Este último foi onde a região apresentou o pior desempenho, no índice gravíssimo.

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