Chegar à escola e desfrutar um ambiente de convivência com livros, bancos e pufes é um diferencial. Seja pela oportunidade de passar mais tempo com os amigos ou pela possibilidade de libertar a imaginação, o espaço de convivência desperta habilidades que incluem a interação e a socialização.
Estudantes do CEM (Centro Municipal da Educação) passam o intervalo em meio aos livros – Foto: Ana Caroline Arjonas/Divulgação/its TeensNo CEM (Centro Municipal de Educação) Giovana Soares da Cunha – Extensão CMEC Cidade da Criança, os pequenos estão aproveitando a área para manter a proximidade com a leitura.
Eles fazem isso utilizando os minutos do intervalo ou o tempo das aulas para escolher a publicação preferida e aproveitar — seja com a turma ou sozinho.
SeguirEmbora o espaço de convicência seja novo, os professores já sabem como usar o cantinho. Com cerca de 500 livros disponíveis, todos recebidos por doação, a troca das obras é feita com frequência. O objetivo é que os estudantes possam mudar a leitura, conhecendo diversas narrativas.
“Procuro trazer eles uma vez na semana, normalmente no meu horário de recreio, porque temos o recreio monitorado. No horário algumas professoras fazem atividades diferentes, por exemplo, dança, e eu trago eles para uma contação de história naqueles 15 minutos”, comenta a educadora Daniela Gonçalves Girardi, que faz questão de ressaltar a importância da proximidade com a leitura durante a alfabetização.
Além dos livros
É a partir dos livros que as crianças desenvolvem a criatividade – Foto: Ana Caroline Arjonas/Divulgação/its TeensAlém das trocas literárias, antes dos livros o ambiente era utilizado para roda de conversa e contação de poemas. O local ainda é usado nestes casos, mas agora o foco é a leitura.
É lá que as crianças conhecem novas possibilidades nas páginas, acompanhando os parágrafos ou recontando os contos a partir do entendimento em cada ilustração — e o desenvolvimento vai além do reconhecimento das palavras.
“Os pequenos olham os livros e daqui a pouco estão contando a história. Desenvolver as habilidades cognitivas, criatividade e um pouco da fantasia, porque hoje em dia as crianças não têm mais o sonho, já não fantasiam. A internet e as redes sociais entregam tudo muito pronto”, opina a diretora Luiza Ramos de Lima Couto.
O espaço de convivência também tem sido uma alternativa para aqueles que preferem desacelerar no momento do intervalo, aproveitando os minutinhos para relaxar.
“O cantinho foi criado com o objetivo de mostrar às crianças o quão prazeroso pode ser folhear um livro sentadinho ao sol de inverno”, finaliza a diretora.
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