A OBA (Comissão da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica), divulgou no início do mês o nome dos estudantes pré-selecionados para a fase online das seletivas para as Olimpíadas Internacionais de Astronomia de 2023. Em Chapecó, nove alunos foram classificados, são três alunos da Rede Particular e outros seis da Rede Municipal de Ensino.
São nove estudantes pré-selecionados para a olimpíada internacional de astronomia em 2023. — Foto: Prefeitura de Chapecó/Reprodução/NDO critério de seleção é definido pelo regulamento da OBA, onde o estudante precisa estar no 9º ano do ensino fundamental e ter nota igual ou superior a 9,0 na prova de nível III. Eles participarão de três provas classificatórias, e as melhores notas irão compor a equipe brasileira na competição.
A primeira avaliação aconteceu no dia 14 de outubro. As datas das próximas provas serão nos dias 25 de novembro e 16 de dezembro. Para garantir um melhor resultado, os estudantes participam de um grupo de estudos formado pela Secretaria de Educação, que busca reforçar e estudar os temas abordados.
SeguirConfira o nome e escola dos alunos participantes:
- Ellen Jenifer Machado — EBM Jardim do Lago
- Higor Ansileiro da Silva — EBM Jardim do Lago
- Nicolas André Levinski Rios — EBM Jardim do Lago
- Kauan de Mello — EBM Sereno Soprana
- Guilherme Piccin — EBM Alécio Alexandre Cella
- Vitor Eduardo Lemes Da Silva — EPC Cidadã Cyro Sosnosky
“Esse é o resultado do trabalho que é desenvolvido nas escolas do município e o potencial que temos em nossos alunos. Chapecó está muito bem representada nesta pré-seleção e estamos na torcida para que eles avancem para as próximas etapas”, destacou Astrit Tozzo, Secretária de Educação.
Eles participarão de três provas classificatórias, e as melhores notas irão compor a equipe brasileira na competição. — Foto: Prefeitura de Chapecó/Reprodução/NDA OBA
A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, é maior olimpíada científica do Brasil. Conforme informado pela OBA, podem participar alunos de outros países que falem a língua portuguesa.
Essa será a primeira vez que a OBA abrirá espaço amplamente à comunidade, iniciativa em parceria com o Grupo Lusófono de Astronomia para o Desenvolvimento. A organização promove a utilização da astronomia como um instrumento para o desenvolvimento em países e comunidades de língua portuguesa.
A última edição ocorreu em 2017 e reuniu 665.131 participantes. Já são 20 anos de existência, neste período a OBA já superou a marca dos 8,5 milhões de participantes e distribui anualmente cerca de 40 mil medalhas.
A olimpíada é dividida em quatro níveis. Nos três primeiros são para os alunos da educação primária e o quarto para os da educação secundária. A prova é composta por dez perguntas: sete de astronomia e três de astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico. Quanto às medalhas, elas são distribuídas conforme a pontuação obtida por cada nível.
A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira e da Agência Espacial Brasileira. O evento conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Universidade Paulista (UNIP), VISIONA e da AVIBRAS.