Estudantes do terceiro ano da Escola Básica Municipal André Antônio Marafon, de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, produziram objetos cerâmicos a partir do estudo dos povos primitivos originários (pré-históricos).
Crianças aprenderam na prática. – Foto: Prefeitura de Chapecó/Divulgação/NDO trabalho, que despertou muito envolvimento, foi desenvolvido pelo componente curricular de Arte. A partir do estudo, as crianças conheceram os grupos indígenas e suas manifestações cerâmicas. Nesse contexto, produziram cerâmica com o uso de argila vermelha que, depois de seca, passou pelo processo de queima.
Antes da queima dos objetos, os alunos assumiram a missão de serem arqueólogos por um dia e realizaram escavações em sítios arqueológicos (previamente preparados pela professora) e coletaram resquícios de peças cerâmicas, que terão suas estruturas montadas nas próximas aulas.
SeguirHistórias ao redor do fogo
Enquanto as peças queimaram no forno tradicional construído na área externa da escola, foram contadas as “Histórias ao redor do fogo – seleção de contos indígenas”, que tem como principal elemento, o fogo.
Segundo o aluno Saulo Maciel de Oliveira, “as atividades com cerâmicas foram muito interessantes. Adorei estudar sobre os tempos antigos e moldar as peças”.
A professora que elaborou e aplicou o Plano Docente, Diana Chiodelli, ao final da atividade, relatou que o professor se constitui e se constrói através do olhar do outro. “Então, olhar para eles nesse processo de autonomia, de pesquisa e desenvolver um trabalho e ver o processo final é gratificante”.
Diante da participação das crianças na atividade, Diana afirma que a escola é vida e se movimenta, que é feita de gente, e quando percebemos o movimento e participação vemos o processo de aprendizagem se concretizar.