Questão cancelada, abstenção de 32% dos inscritos e vazamento de caderno marcaram o segundo dia de provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2023 realizado domingo (12). Os inscritos no exame responderam questões de ciências da natureza e matemática.
Segundo dia de provas do Enem aconteceu neste domingo (12) – Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasíla/Arquivo/NDA abstenção dos inscritos, no segundo dia de prova, foi 32%. Outros 2.217 candidatos foram eliminados por irregularidades como portar equipamentos eletrônicos ou sair antes do horário permitido.
O segundo dia do exame iniciou às 13h30. Os candidatos tiveram que responder a 45 questões de matemática e a 45 de física, química e biologia.
SeguirO gabarito oficial e os cadernos de questões serão divulgados, até o dia 24 de novembro, no portal do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).
Caderno vazado da prova do Enem
Neste domingo aconteceu o vazamento do caderno da prova amarela. O ministro da Educação, Camilo Santana, comentou que o vazamento será investigado.
“Quero comentar dois fatos que ocorreram neste segundo dia. Primeiro foi a circulação de imagens da prova por volta das 17h, ou seja, uma hora antes do horário autorizado para sair do ambiente da aplicação. Nós imediatamente acionamos novamente a Polícia Federal. A PF também já está em investigação, com várias diligências com relação a [vazamento de] fotos da prova do primeiro dia”, disse Santana.
O ministro ainda reforçou que não haverá prejuízo aos candidatos, pois – conforme ele – não houve vazamento antes do início da aplicação do teste. “A prova tinha sido iniciada às 13h30. Todos os portões estava fechados quando, três horas e meia depois, houve essas circulações”, destacou.
Questão cancelada no Enem
O Inep anulou uma questão da prova aplicada neste domingo (12), que cobra conhecimentos sobre a gripe H1N1.
Santana informou que a questão foi anulada por falta de ineditismo. “Foi identificado que ela já havia sido aplicada em uma das provas do Enem para pessoas privadas de liberdade em 2010. Portanto, esta questão estará anulada”, explicou.