Morre em Joinville Professora Zelândia, fundadora do Colégio Santo Antônio

Professora Zelândia, 72 anos, dedicou parte de sua vida à construção da instituição, ao lado do marido, professor Tarcísio Bratt, também falecido aos 72 anos, em março de 2021

Redação ND Joinville

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Zelândia Thomazi Bratti, fundadora do Colégio Santo Antônio, em Joinville, Norte de Santa Catarina, morreu nesta quinta-feira, dia 26. Ela dedicou parte de sua vida à construção da instituição, ao lado do marido, professor Tarcísio Bratt, também falecido aos 72 anos, em março de 2021, em decorrência de complicações da Covid-19.

Ao lado do marido, ela fundo o Colégio Santo Antônio no bairro Iririú – Foto: Redes sociais/Divulgação NDAo lado do marido, ela fundo o Colégio Santo Antônio no bairro Iririú – Foto: Redes sociais/Divulgação ND

Zelândia Thomazi Bratti nasceu em São João Batista (SC), no dia 27 de janeiro de 1950. Ela foi casada com Tarcísio Bratti e desta união nasceram três filhos: George, Rafael e Elisa. Em 1968 começou a trabalhar como professora. Formou-se em História Geral e Orientação Educacional. Mestre em Ciências da Educação em 2007.

Durante 32 anos, atuou como orientadora educacional e pedagógica no Colégio Santo Antônio, em Joinville, construído com seu marido e foi uma das fundadoras do INESA (Instituto de Ensino Superior Santo Antônio).

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No ano de 2008, a educadora interrompeu sua prática pedagógica, pois foi acometida por esclerose lateral amiotrófica, comprometendo a motricidade e a fala. Fez poemas ditados por letra. No início de 2014, ela foi homenageada com a Medalha de Mérito Mulher Cidadã Joinvilense, pela Câmara de Vereadores de Joinville.

Nas redes sociais, a Sociedade Educacional Santo Antônio lamentou a perda da sua fundadora.

“A direção, professores, funcionários e alunos solidarizam-se com a família, os amigos e os colegas, e consolam-se na certeza de que a Professora Zelândia, era uma pessoa iluminada, e que apesar da partida, sua história de vida impactou profundamente a história de nossa cidade.”

Nota de pesarA direção, professores, funcionários e alunos lamentaram a morte da professora – Foto: Redes sociais/Divulgação ND

A professora atuou ainda como escritora, com cinco livros lançados. As obras poéticas “Cri – Cri, Gato Malhado e Manguezal” trazem um olhar peculiar da escritora sobre a natureza. Escreveu ainda, “Poemas Coloridos e Estações em Cores”.

O velório ocorre no Crematório Catarinense, nesta quarta-feira, até às 21h. E amanhã, sexta-feira, dia 27, o velório será das 9h às 12h. O corpo da professora Zelândia será cremado no mesmo local.

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