O que foi decidido após supostas ameaças a escola de Schroeder

Reunião entre representantes da escola, pais e da gestão da educação definiu medidas após ameaças; confira

Redação ND Joinville

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Após suposta ameaça a uma escola de Schroeder, no Norte de Santa Catarina, professores da Escola Professor Emílio da Silva, representantes de pais, Secretaria Municipal de Educação, Conselho Tutelar, Câmara de Vereadores, prefeito e vice-prefeito se reuniram e definiram alguns pontos.

escola sofreu ameaçasImagem ilustrativa – Foto: Reprodução internet/Divulgação ND

O encontro aconteceu na manhã desta quarta-feira (21). Ficou acordado que todos os pais devem respeitar os horários de entrada e saída dos alunos na unidade escolar; que será construído um cronograma com o trabalho voluntário de pais neste momento a fim de monitorar a entrada e saída de alunos nos dois portões da Emílio da Silva, pelo menos meia hora antes do início das aulas em cada período. Esse trabalho voluntário será provisório até que a Prefeitura consiga contratar serviço de vigilância para a escola.

Os participantes também decidiram que a Prefeitura deve criar um protocolo de segurança.

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Sobre os dois alunos que teriam trocado mensagens de WhatsApp com supostas ameaças citando, inclusive, arma na conversa, a Secretaria Municipal de Educação e o Conselho Tutelar informaram que as situações já estão administradas: com uma das famílias, de um dos adolescentes, a situação já está resolvida e o outro caso também já foi encaminhado.

Além disso, foi solicitada a contratação de uma assistente social e uma psicóloga para a Educação do município. Essas duas vagas, inclusive, devem ser contempladas em futuro concurso público a ser aberto pela Prefeitura.

Também será feito um trabalho de acompanhamento com psicóloga e psicopedagoga  com os dois alunos adolescentes envolvidos.

O caso na Polícia Civil

A informação da suposta ameaça à escola chegou à Polícia Civil no último dia 29 de agosto. Era uma troca de mensagens entre dois adolescentes via Whatsapp e essa conversa citava uma arma de fogo .

Segundo a Polícia Civil, os adolescentes foram ouvidos bem como o diretor da escola, que teria sido vítima da suposta ameaça.

O processo foi concluído e ajuizado no Fórum. Importante frisar, no entanto, que nenhuma arma foi encontrada com os estudantes nem dentro da unidade escolar.

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