Os desafios da educação na era das novas tecnologias

Dom Bosco - Escola Inteligente investe em técnicas para tornar o aprendizado cada vez mais interessante e dinâmico

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Informações que circulam por todo o planeta em segundos por meios multimídia, vídeos dos mais diferentes tipos e formatos que chegam pela Smart TV, tablet, computador e na palma da mão, pelo celular. Na era digital, em que as tecnologias evoluem diariamente, os desafios na criação e, principalmente, na educação de crianças jovens se multiplicam.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado educacional o Dom Bosco oferece turmas para  o ensino fundamental, ensino médio e terceirão – Foto: Divulgação/NDCom mais de 20 anos de experiência no mercado educacional o Dom Bosco oferece turmas para  o ensino fundamental, ensino médio e terceirão – Foto: Divulgação/ND

O diretor pedagógico do colégio Dom Bosco, Gabriel Costa, explica que um problema que tem permeado muitas instituições educacionais nos últimos anos é a dificuldade da escola em competir em termos de atratividade com as formas de entretenimento tecnológico potencializadas pela internet.

“É bastante trabalhoso fazer com que um estudante, seja criança ou adolescente, abdique do seu lazer imediato de acesso a redes sociais e jogos em troca de um esforço de estudo e aprendizado que renderá frutos no futuro. Até para adultos isso é difícil, imagine para jovens que ainda não atingiram toda sua maturidade intelectual”, pondera.

De acordo com ele, desde 2005, o Dom Bosco investe em técnicas para transformar o aprendizado em algo mais interessante, palpável e dinâmico, e os resultados têm sido bastante gratificantes. Duas ferramentas são fundamentais nesse sentido, afirma Costa: o uso de tecnologias de gamificação e a abordagem denominada motivação senoidal, diretamente ligada a um forte treinamento do corpo docente nesse sentido.

O diretor pedagógico do colégio afirma ainda que, após adotar estas técnicas, a alteração mais perceptível é notar a mudança de paradigma nos estudantes. “Eles mudam o seu mindset quando passam a entender que devem priorizar aquilo que faz bem em detrimento daquilo que eles acham bom. Nosso mérito é que temos conseguido fazer os estudantes encontrarem prazer nas coisas que fazem bem, juntando aquilo que é bom com o que é útil a longo prazo”, destaca.

Gabriel Costa: “Caberá a nós descobrirmos as melhores formas de ensinar os estudantes a transformar essa informação abundante em conhecimento, sensatez e capacidade de decisão.” – Foto: Divulgação/NDGabriel Costa: “Caberá a nós descobrirmos as melhores formas de ensinar os estudantes a transformar essa informação abundante em conhecimento, sensatez e capacidade de decisão.” – Foto: Divulgação/ND

Adaptação e protagonismo do estudante

Para o futuro, Costa diz que o importante é não ter nenhum conceito engessado. “O próprio Darwin iluminou nosso conhecimento ao demonstrar que não é o mais forte quem sobrevive, mas sim aquele que tem mais capacidade de adaptação. Desta forma, nossa escola buscará sempre se adaptar às novas tecnologias e às novas características culturais das gerações que estão por vir.

Com flexibilidade e capacidade de entendermos o mundo ao nosso redor, seremos sempre capazes de oferecer o melhor ensino e, sobretudo, fazer com que nossos alunos aprendam melhor. Aprendam de verdade”, enfatiza.

O diretor pedagógico avalia ainda que, cada vez mais, a informação tem se tornado uma commodity e caberá aos profissionais de educação decobrir as melhores formas de ensinar os estudantes a transformar essa informação abundante em conhecimento, sensatez e capacidade de decisão. “Naturalmente o uso da tecnologia é uma das respostas para esse problema, e nosso planejamento prevê que os professores passem a utilizar sistemas de redes neurais e inteligência artificial para medir continuamente o aprendizado dos alunos, de forma a desenvolver estratégias personalizadas de reduzir os pontos fracos individuais de cada educando”, esclarece.

Nos próximos 15 anos, o Dom Bosco prevê que o protagonismo do estudante se acentuará cada vez mais e as escolas serão muito pressionadas para oferecer um ensino personalizado. “Isto não significa o fim das aulas em grupo com um professor em sala de aula, porém as ferramentas transversais de reforço, avaliação e acompanhamento serão extremamente valorizadas. Terá sucesso aquela instituição que conseguir viabilizar um modelo de ensino que implemente a tecnologia de forma objetiva e funcional, tanto em relação ao corpo docente quanto discente”, finaliza Gabriel Costa.