Pressão aumenta e professores esperam nova tabela salarial do Estado ou emendas na Alesc

Deputada Luciane Carminatti aponta cenário de frustração quanto ao documento apresentado; secretário Vampiro respondeu que não vai comentar; governador Moisés diz que "é o possível"

Receba as principais notícias no WhatsApp

É cada vez maior a pressão por mudanças na tabela salarial dos professores de Santa Catarina. Diante da frustração quanto ao documento, apresentado na quarta-feira (20), fala-se até na reapresentação de uma nova proposta.

Essa é a expectativa da deputada Luciane Carminatti (PT), presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

Procurado pelo blog, o secretário Luiz Fernando Vampiro (Educação), respondeu que não vai comentar o assunto.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Questionado durante entrevista coletiva nessa quinta-feira (21), em Criciúma, o governador Carlos Moisés (sem partido) disse que é preciso seguir a Lei de Responsabilidade Fiscal e que há, sim, uma valorização do professorado, com o mínimo de R$ 5 mil.

“Pode não ser o que se esperava, o ideal, mas é o possível”, disse Moisés.

Os trabalhadores da educação pretendem buscar junto aos deputados estaduais a proposição de emendas para que prevaleça a tabela discutida e aprovada por uma comissão mista na Assembleia.

O Sinte (Sindicato dos Trabalhadores em Educação), que realizou uma assembleia na quarta-feira (20), vai buscar junto aos deputados que prevaleça a tabela construída e aprovada na Comissão Mista da Alesc com participação ativa do sindicato.

Passeata do Sinte em Florianópolis na quarta-feira, dia do anúncio da nova tabela salarial – Foto: Ana Laura Baldo/Divulgação/NDPasseata do Sinte em Florianópolis na quarta-feira, dia do anúncio da nova tabela salarial – Foto: Ana Laura Baldo/Divulgação/ND

Expectativa x Realidade: Compare as tabelas do que foi pedido e o que o governo ofereceu