Não houve acordo na audiência de conciliação, realizada nesta segunda-feira (19) no Tribunal de Justiça, sobre a greve dos trabalhadores em educação de Florianópolis deflagrada no final de março contra a retomada das aulas presenciais na rede pública municipal.
Segurança sanitária para volta às aulas presenciais está sendo discutida – Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/NDA prefeitura foi representada pelo procurador-geral Rafael Poletto, que entregou os documentos requisitados pelo desembargador Vilson Fontana, da 5ª Câmara de Direito Público do TJSC, sobre os planos de contingência aprovados pelas unidades escolares e que, segundo ele, comprovam a entrega dos equipamentos de proteção exigidos pelas autoridades sanitárias.
O Executivo voltou a condicionar a abertura de diálogo ao fim da paralisação. “A prefeitura mantém a posição de não negociar enquanto a greve for mantida”, afirma o secretário da Casa Civil, Everson Mendes. O assunto volta à pauta do tribunal na próxima terça-feira (27).
SeguirO sindicato, por outro lado, reiterou o questionamento sobre as condições de segurança sanitária para o retorno das atividades escolares no atual momento da pandemia – com a região em nível gravíssimo – e reiterou a reivindicação de que as aulas presenciais só ocorram depois da vacinação de toda a comunidade escolar.