Decorridos exatos quatro anos da morte do reitor Luiz Carlos Cancallier de Olivo, a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) dá início ao processo de escolha do sucessor do atual dirigente, Ubaldo Balthazar.
O Conselho Universitário acaba de aprovar um parecer com normas sobre o processo de escolha da lista tríplice. Esta decisão, nos últimos anos, tem aprovado a eleição direta na comunidade acadêmica. E com voto paritário entre professores, estudantes e servidores, critério que recebe críticas de vários segmentos universitários e sociais.
UFSC inicia processo de entrada de novo reitor – Foto: Henrique Almeida / Agecom/NDAs entidades dos professores e alunos, com conhecida posição ideológica, já emitiram nota contestando o parecer e, outra vez, com questões sobre a propalada autonomia universitária.
SeguirUm fato histórico vem sendo lembrando: entre os três últimos reitores da UFSC, todos ligados às esquerdas, excluído Luiz Carlos Cancellier que ficou pouco mais de um ano e cinco meses, a professora Roselane Neckel e professor Ubaldo Balthazar realizaram gestões avaliadas como desastrosas.
O “campus”, projetado pelo renomado arquiteto Burle Marx, foi transformado num mafuá, quando a UFSC funcionava. E a desconexão da Universidade com a sociedade é uma calamidade, sobretudo durante a pandemia.
A rigor, a população que sustenta a UFSC ignora sua contribuição real à Santa Catarina e ao Brasil e, sobretudo, à falta de prestações de contas, que não sejam aquelas formais enviadas ao MEC e TCU.
A Universidade de Harvard, a mais antiga e famosa do mundo, com 78 Prêmios Nobel, tem novo reitor há 3 anos. É um gestor qualificado, oriundo do MIT, fora dos quadros acadêmicos. De sucesso comprovado.
Aqui, querem que até os alunos de avaliação escolar sofrível tenham direito de eleger o novo reitor.