Com foco na qualidade e parcerias possíveis entre as universidades comunitárias de Santa Catarina e o Governo Federal, a Unifebe foi a Brasília (DF), em um encontro com o ministro da Educação Camilo Santana.
A reunião nesta quinta-feira (11), contou a reitora da Unifebe, professora Rosemari Glatz, acompanhada dos demais reitores da Acafe (Associação Catarinense das Fundações Educacionais), ABRUC e representantes do Comung (Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas).
Professora Rosemari Glatz, reitora do Unifebe, esteve em reunião com o Ministro da Educação, em Brasília – Foto: Unifebe/DivulgaçãoNa ocasião, os representantes das universidades comunitárias conversaram sobre a Lei nº 12.881/13, conhecida como as Leis das Comunitárias, que estabelece o marco regulatório para o reconhecimento das instituições comunitárias de educação superior.
SeguirA reunião, solicitada pelo deputado catarinense e egresso da Unifebe, Pedro Uczai (PT), visou fortalecer e garantir a perenidade das instituições comunitárias de ensino superior no Brasil.
“Foi uma reunião histórica, com o ministro Camilo Santana e toda a equipe do MEC, que acolheu uma questão central: fomentar e construir políticas públicas tendo as universidades comunitárias como parcerias, e regulamentar a Lei 12.881/13”, destacou o deputado.
Um marco nas instituições comunitárias, aponta reitora da Unifebe
Para a reitora da Unifebe, professora Rosemari Glatz, o encontro representou um importante marco para as instituições comunitárias.
“Transformar a educação em desenvolvimento está entre as premissas das nossas universidades. Nesse sentido, ter esse espaço e apresentar o que fazemos para o Ministro da Educação e toda sua equipe do ministério, evidencia a representatividade das nossas instituições perante todo o país”, aponta Glatz.
Reunião contou com representantes das universidades comunitárias de SC e equipe do Ministério da Educação – Foto: Unifebe/Reprodução“Além disso, colocamos as nossas instituições a disposição para a formação de qualidade de professores, pois a falta de formação de professores qualificados é uma realidade no Brasil e já se reflete nos indicadores. Precisamos atuar já para que o problema não se agrave ainda mais, e nós temos competência para isso, pois historicamente investimos na formação de professores” , finaliza a professora.