Iniciou, na terça-feira (21), o curso “Empreendedorismo e Finanças” para mulheres imigrantes, realizada pela AVSI Brasil (Associação Voluntários para o Serviço Internacional — Brasil) e a UFFS Chapecó/SC. Fazem parte da ação, a Incubadora de Negócios, o Centro de Línguas e o Laboratório de Experiências Lúdicas e Brincadeiras.
A UFFS promove um curso para mulheres imigrantes em Chapecó. — Foto: UFFS/Reprodução/NDO público-alvo do curso são mulheres que já têm ou pretendem ter um negócio, ou, ainda, que trabalham na área financeira. O objetivo é que elas possam se aprofundar sobre finanças corporativas e custos, durante três horas, em seis terças-feiras.
Os professores serão Larissa Trindade e Ari Sothe, docentes da UFFS e parceiros da Incubadora de Negócios. As mulheres também terão aulas de Língua Portuguesa, e devem receber apoio lúdico-pedagógico aos filhos das participantes presentes.
SeguirConforme a professora Kelly Tosta, que está no grupo do Empreende UFFS e é uma das organizadoras do curso, as parcerias internas garantiram o sucesso da primeira edição e, por isso, foram mantidas neste curso.
“Muitas mulheres só tiveram a oportunidade de aproveitar o curso por conta do suporte com o idioma e com o cuidado dos seus pequenos durante esse período. Fazendo com que a atividade gere essa integração dos esforços da universidade que olha para o seu entorno e encontra em si os elementos para transformar a sociedade no sentido da promoção da equidade e da qualidade de vida”.
Para as mulheres conseguirem se deslocar até a UFFS, os realizadores do curso conseguiram o transporte gratuito. Com a busca de parceiros, também foi possível conseguir doações para os lanches das crianças.
O ganho, entretanto, não é somente para as mulheres imigrantes. A professora Kelly avalia que há um grande benefício para a própria UFFS na realização de ações como essa. “Parcerias com as organizações como a AVSI são fundamentais. Elas nos apresentam os ‘problemas reais’ sobre os quais podemos agir e contribuir no curto prazo, ao mesmo tempo, em que retroalimentam nossos estudos. É uma forma da Universidade devolver para a sociedade o investimento”, finaliza.